CONTOS ERÓTICOS


Os Amigos da minha adolescencia II

Olá, Moro em São Paulo e tenho 36 anos. Sou casado e hoje, levo uma vida Heterosexual, mas o que vou contar… é que nem sempre foi assim.
Em meu ultimo Conto \” Os Amigos da minha adolescencia I\”, relatei como foi a primeira vez que dei a Bunda para Rogério, meu melhor amigo. E como tinha adorado ser a \”mulherzinha\”.
Tanto é que eu, a partir daquele momento, passei a sentir cada vez mais vontade e não acabou que não foi apenas meu melhor amigo que me comeu na epoca. É sobre isso que vou contar agora.
Marcos era um cara que morava na mesma rua que eu, tinha 16 anos e era o tipo folgadão, mas era um grande amigo. Então, sempre que podia, provocava ele, que me agarrava e me enchia de porrada. Claro, tudo na brincadeira. Sem machucar. Ele também aproveitava e tirava uma casquinha, por varias vezes ficava me encoxando deliciosamente, mas, sempre que podia, eu conseguia escapar.
Porem após minha primeira experiencia (como contei no relato anterior), fiz com que aquela brincadeira toma-se novos rumos. E vou contar como aconteceu.
Meus pais trabalhavam e a tarde, após a aula, eu ficava sozinho em casa. Naquela tarde, Marcos tinha ido em casa e estava na sala me esperando.
Enquanto estava no meu quarto me trocando, Imaginei o Marcos me comendo. Fiquei arrepiado, senti muito tesão. Queria dar a bunda novamente.
Então decidi tentar, lembrei das vezes que ele ficava me agarrando. Chamei ele até o quarto e enquanto estava me trocando, passei a provoca-lo.
Claro, não lembro exatamente o que fiz ou o que falei, mas foi algo que o deixou bem puto comigo. Deu certo.
Ele aproximou-se e me agarrou, torceu meu braço, fazendo com que eu ficasse de costas pra ele. Continuei provocando e fingia que estava tentando sair, até que ele acabou me dobrando, fazendo com que eu ficasse de 4 na beira da minha cama.
Eu estava apenas de cueca, então ele, começou a me encoxar deliciosamente, era tudo que eu queria. Arrebitei minha bunda, mostrando para ele o que realmente queria e Ele entendeu imediatamente.
-Ta gostando né, safado! Eu sabia que era isso que vc queria.
Ele sentou-se na cama e tirou seu short ficando apenas de cueca, me puxou, fazendo com que eu ficasse ajoelhado entre suas pernas e ordenando, disse:
-Chupa , viado. Vem aqui e engole meu pau.
Apalpei aquele membro e senti aquele calor gostoso. Mas me assustei quando tirei sua cueca, e me deparei com um caralho enorme, tinha uns 17 centimetros, bem maior que o do meu melhor amigo.
Mesmo assim segurei aquele pedaço enorme de carne e comecei a bater uma deliciosa Punheta para ele, que não dizia nada , apenas me olhava com uma cara de safado.
Ele segurou minha cabeça, fazendo com que eu aproximasse minha boca, até abocanhar aquele Pau enorme e delicioso. Fiz questão de engolir o que podia, até saia lagrimas dos meus olhos e engasgava com aquele mastro enorme, mas engolia e chupava, pois estava muito saboroso. Que pau delicioso, que sabor.
Ele passou a gemer deliciosamente enquanto eu mamava naquela rola.
- Isso bichinha, chupa meu pau…vai viadinho.. chupa gostoso….sabia que voce gostava…chupa.
Chupei, fazia tudo que ele pedia, lambia o saco, mamava na cabeça, no pau, enchia a boca com aquele pau delicioso.
Sentia que ele estava adorando,então repentinamente, ele me pegou no colo e me colocou de 4 na cama. Arrebitei bem a minha bunda e senti sua lingua lambendo deliciosamente o meu cuzinho.
Nossa que sensação maravilhosa, me contraia todo, ele passeava com aquela lingua magica enquanto seus dedos procuravam invadir meu cuzinho, um por um.
Eu delirava, ja não aguentava mais de vontade e queria sentir aquele caralho enorme no meu cu.
- Agora vc vai entrar na vara , seu viadinho. Fica quietinha ai.
Ele levantou e foi até a cozinha, pegou na geladeira o pote de manteiga e voltou, colocou um pouco no dedo e passou no meu cu, me lambuzando todinho.
Sentia que meu cu estava preparado para levar mais uma surra de rola e ele veio decidido a me arregaçar. Aproximou a cabeça daquele pau enorme e meteu no meu cu ,me fazendo ver estrelas e gritar de dor.
-Não era isso que vc queria, seu bicha. Agora aguenta.
Falou aquilo enfiando mais ainda no meu cu. Tava doendo, mas sentia ao mesmo tempo uma gostosa sensação de estar servindo a mais um macho e segurando a dor, passei a implorar pelo resto do seu pau.
-Enfia tudo, então, come meu cu, seu safado. arregaça o cu do seu viadinho.
Ele enfiou,mas passou a me comer devagarinho, fazendo com que me cu fosse se acostumando cada vez mais com aquela ferramenta enorme e aos poucos o que era dor foi se transformando em prazer, meu cuzinho ja estava acomodando todo aquele mastro sem dor. Gostava muito do jeito que ele me comia, era decidido, me dominava e eu, cada vez mais, estava adorando sentir aquela rola bem dura entrando e saindo.
Num vai e vem bem ritmado, ele me chingava e perguntava se eu estava gostando.
- Quero esse pau inteiro no meu cu…vai meu macho….fode o seu viadinho.
Ele acelerava cada vez mais, dava tapas na minha Bunda, tirava o pau e cuspia no meu cu, enfiava novamente, ele fazia varias coisas e eu delirava de tesão
Perdi a cabeça e ele tambem, passou a me comer com força , enfiava tudo e tirava, sem dó. Eu dava gritinhos e pedia cada vez mais para que le me fodesse.
Era sensacional a sensação. Ele me fodia deliciosamente. Seu pau entrava e saia com muita facilidade, ele me fodia cada vez mais forte …até que não aguentando mais, disse que iria gozar.
-Goza…enche meu cu de porra…vai…delicia.
Ele parou, seu pau pulsava ,até que pude sentir ele encher meu cu de porra. Que sensação gostosa. Ele se jogou no sofá , satisfeito com minha performace, me elogiando muito. Sentia a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, então ele me puxou e me fez sentar novamente em seu Pau. Fiquei sentado no colo dele com aquele mastro atolado no meu cu cheio de porra, passei a rebolar enquanto ele descansava
-Que cuzinho gostoso voce tem….vou te comer sempre que eu quiser.
Levantamos e fomos tomar banho juntos, lá fiz questão de ensaboar seu corpo e acabei fazendo mais uma bela chupeta para ele que acabou gozando mais uma vez,me fazendo sentir o gosto daquela porra deliciosa. Nos trocamos e fomos jogar bola no campínho, chegamos no meio do jogo e a galera reclamou pela nossa demora, nos justificamos e entramos na partida.
Foi assim que acabei conhecendo mais um cacete na minha adolescencia. Eu estava cada vez mais viadinho e sentia cada vez mais vontade de dar o cu.Boas lembranças que me fazem voltar a sentir essa sensação novamente.

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O meu primo Fabio – 5

Finalmente chegaram as férias de Verão e lá fui eu para casa da avó.
- Estás sózinha avó?
- Não. O Fabio chegou ontem. Ele anda por aí… deve ter ido tomar banho no rio.
Uau, que maravilha. Fiquei feliz. Arrumei o saco, vesti calções de banho, agarrei uma toalha e fui procurar o meu primo. Lá estava ele, a correr junto ao rio, a brincar com dois rapazes. Parou quando me viu, apertou-me a mão, apresentou-me aos amigos: o Nuno, magro, alto, cabelo louro, tinha a minha idade, quase 15 anos, e o Xico, mais baixo, também magro e louro, com a idade do Fabio, 13 anos acabados de fazer. Continuaram a brincadeira, eu, um pouco decepcionado com a recepção do meu primo, sentei-me na relva a observá-los. O Fabio tinha crescido (e eu também), estava mais forte, notavam-se os músculos nos braços, os ombros mais largos e a cintura fina. Usava um calção vermelho de licra que se colova ao corpo, nas pernas musculadas já se notavam os pelos. Saltaram para a água, continuaram as brincadeiras lá dentro. Eu estava cansado da viagem, deitei-me a apanhar sol e acho que adormeci pois só dei conta que eles me agarraram pelas pernas e pelos braços quando já estava a chegar à água e já era tarde para resistir. Senti a água fria no meu corpo, insultei-os aos gritos, eles na margem a rirem-se às gargalhadas. Depois saltaram os três para a água e rodopiaram à minha volta, eu não nadava suficientemente bem para lhes escapar, a dado momento senti que puxavam os meus calções e depressa me deixaram nu. Atiravam os calções uns para os outros, como se fosse uma bola, eu tentava agarrá-los mas não conseguia. Subiram para a margem, penduraram os calções num ramo de uma árvore e incentivaram-me a ir buscá-los. Eu tinha vergonha, deixei-me ficar dentro de água até não poder mais, pois eles não desistiam. Corri a apanhar os calções, eles caíram-me em cima os três, derrubaram-me no chão, tive que lutar para conseguir vestir-me. Fiquei chateado e corri para casa. O meu primo tinha-me desiludido com aquela atitude.
À noite a avó mandou cada um para o seu quarto. Estava calor, eu tentava adormecer quando ouvi uma voz, olhei para a janela aberta e vi o Fábio.
- Vem primo, salta cá para fora – sussurrou.
Saltei. Estava luar, via-se bem. Eu tinha apenas umas cuecas, o Fábio também, mas trazia um cobertor enrolado debaixo do braço. Sorriu-me, fez-me sinal para não fazer barulho e corremos em direcção ao rio. Estendemos o cobertor na relva e deitamo-nos a olhar para as estrelas no céu. Ficamos parados durante bastante tempo, nenhum tomava a iniciativa. Voltei-me para o meu primo, ele virou-se para mim e abraçamo-nos, beijamo-nos na boca com sofreguidão, as nossas mãos a apalpar as nádegas um do outro. Eu estava louco de tesão, a minha piroca não cabia nas cuecas. O Fábio agarrou-a, despiu-me as cuecas e começou a lamber. Eu segurava-lhe a cabeça, mas também queria chupar, não podia esperar mais. Arranquei-lhe as cuecas e deitamo-nos de lado, a cabeça de cada um no meio das pernas do outro, a fazer 69. Tinham-lhe crescido pelinhos por cima da pila, que estava mais grossa e mais comprida. Lambi-os todos, chupei-lhe as bolinhas, engoli o pequeno bacamarte, suguei-lhe a cabeça destapada. Ele fazia-me o mesmo e era muito bom, eu estava quase a explodir. Vi as bolas dele a subir, pareciam desaparecer na base do pénis que ele empurrou para bem dentro da minha boca e …aaaahhhhhgggggg, senti o esperma na garganta. Não estava à espera, pensava que ele ainda era seco. Com o frenesim da ejaculação o meu primo quase me arrancava a pila, tal era a força que ele sugava e me apertava com os dentes. Esporrei-me quase ao mesmo tempo, também o apanhei desprevenido, obrigando-o a engolir o meu esperma. Sentamo-nos, ficamos a rir um do outro, com a porra branca a sair-nos pela boca.
O Fábio parecia mais bonito, os olhos verdes a brilharem, já se notava uma espécie de bigode por cima do lábio. Aproximou-se do rio para se lavar, quando se baixou fiquei louco de vontade de voltar a enterrar o meu mangalho naquele cuzinho moreno. Também me fui lavar, o meu primo admirou o meu bacamarte e os meus pentelhos.
- Eh primo, agora esse pau é capaz de me rebentar todo! O que é que tu fizeste para ele ficar assim tão grande?!
- Toco punhetas todos os dias a pensar no teu cuzinho. Anda primo, deixa-me entrar nesse cuzinho. Lembras-te como eu te fodia bem, nunca te magoava e tu querias sempre mais.
- Está bem. Mas primeiro sou eu. Quero comer o teu cu, vai ser a minha primeira vez, tens que me deixar.
Sinceramente não me apetecia nada levar no cu.
- Desde quando é que tu já deitas leite? Ainda és muito novo!
- Foi para aí há um mês, ainda tinha 12 anos. Eu tocava punhetas todos os dias, a lembrar-me de nós os dois na casa da avó e um dia aconteceu. Anda lá primo, deixa-me enrabar-te. Olha o que eu tenho ali, na bolsinha da toalha.
Fui ver, era um tubo de vaselina. O maroto tinha tudo planeado. Tinha que ser, besuntei-lhe bem o pau, que cresceu e ficou bem duro nas minhas mãos, untei o meu buraco, meti um dedo com muito creme lá para dentro e pus-me de quatro. O Fábio veio por trás, tentou enfiar-ma mas não conseguia. Deitei-me de lado, ele veio, apontou ao olho e forçou. Senti dor.
- Espera, pára. Devagarinho. Empurra agora, aiiiiiii, pára, pára. Empurra, mais um pouquinho, mais. Ohohoh. Mais, mete mais, está quase. Pára agora. Está a ficar bom, empurra agora, até ao fundo, não pares. Boa, está todo dentro, já sinto os teus tomates no meu rabo, deixa-me agarrá-los. Hum, que bom, anda, mexe-te, mete e tira, mas não saias, não saias fora. Isso, assim, mexe-te, mete, tira, mete, tira, para lá, para cá, para lá para cá. Mais força agora, mais força. Estás a gostar? Ui que bom! Que tesão, agarra a minha pila, agarra a minha pila, aperta-a, aperta-a. Mexe-me nos tomates, mexe-me nos tomates. Oh sim, estás-te a vir, estás-te a vir, estou a sentir, estou a sentir o teu leite quente. Hum que bom, que bom, não pares, não pares, leitinho bom, leitinho bom. Que pila boa, que encheu bem o meu cuzinho.
O Fábio estava exausto, todo transpirado, mas eu queria comê-lo, tinha que o possuir já. Passei a vaselina no meu bacamarte enorme, afastei as pernas do meu primo que estava deitado de costas e untei-lhe o cuzinho, enfiei-lhe um dedo, depois dois dedos, suavemente, para preparar o buraco. Ele parecia ensonado, deixava-me fazer sem reclamar. Deitei-me por cima dele, arreganhei-lhe bem as nádegas e comecei a introdução. Não o queria magoar, fui devagarinho. A cada gemido dele eu parava logo. Esperava que relaxasse e voltava a forçar. Ele fazia ui, eu parava. Pacientemente fui entrando nele, até ter o pau todo enfiado, os colhões a baterem-lhe no cú. O Fábio começou a ficar desperto, começou a mexer as ancas, enganchou as pernas nas minhas nádegas, voltou a ser a minha putinha.
- Fode-me, fode-me com força. Anda, dá-me com força. Força, força, força. Oh que bom, que bom. Força paneleiro, fode-me. Mexe esse grande pau. Rebenta-me todo. Eu sou a tua putinha, lembras-te? Fala, chama-me puta.
- Minha puta, minha putinha. Vou-te inundar de leite, vou-te fazer um filho. Anda, geme puta. Toma.
- Aaaaiiii…uuuuiiiiii…que bom…mmmmmmm…
- Estou-me a vir, estou-me a vir… aaaaagggggggg…
- Vem-te cabrão, vem-te paneleiro, enche-me de esporra. Eu sou a tua puta, a tua putinha.
- Minha putinha, minha putinha…, dizia eu, e o meu esperma não parava de entrar naquele cu tão delicioso, e eu beijava-lhe os olhos, metia-lhe a língua nas orelhas, lambia-lhe o projecto de bigode e chupava-lhe os mamilos, até cair exausto em cima dele, acabando por adormecer.
Acordei já com o sol a despontar. O meu primo dormia profundamente, com a cabeça encostada ao meu peito, todo bem juntinho a mim. Corria um ar fresco.
- Fábio acorda. Acorda, já está a ficar dia. Abriu os olhos, quando percebeu onde estava levantou-se de um pulo.
- Vamos, despacha-te. Onde é que estão as cuecas. Estão ali. Veste-te, vamos antes que alguém nos veja – dizia ele. Enrolou o cobertor e correu para casa. Corri atrás, saltei pela janela para dentro do meu quarto e,.. estava lá a avó, sentada na cama, à espera.
- Onde é que vocês os dois estiveram? O que é que andaram a fazer?
Eu fui para a cama, dormi o dia todo, não me apetecia falar com a avó. À noite ouvi uma voz de homem, fui espreitar e vi que o Fabio se ia embora com o pai. Na manhã seguinte a velhota disse-me que tinha chamado o meu tio porque não aceitava \”poucas vergonhas\”. Mas eu sabia que ela estava a mentir, pois o Fabio havia-me contado que o pai o vinha buscar para irem passear de auto caravana pela Europa e que voltariam ainda antes do fim das férias.
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MENINO SAFADO DO ORFANATO 2

MENINO SAFADO DO ORFANATO 2 ( CONTINUAÇÃO )

Depois que deitamos eu e meu irmão no beliche, Cris se deitou ao lado num
colchonete que minha mãe tinha colocado, meu irmão dormia no de cima e
eu no de baixo, mas eu não estava dormindo, ainda pensava em tudo que tinha
acontecido naquela tarde, fui enrabado e chupei uma rôla e no final tomei leite
de pica. Tudo em uma única tarde e noite, meu cuzinho ainda ardia um pouquinho
e ainda tinha o gosto da gala do Cris na bôca e podia dizer que tinha adorado
aquela experiência com aquele menino safado, que minha mãe tinha trazido para
passar o feriado e o final de semana com a gente.
Enquanto pensava em tudo isso, senti uma mão passando na minha perna, na pe-
nubra do quarto ví que o Cris estava me chamando para deitar com ele, nem pen-
sei duas vezes, deixei o beliche devarinho e me aconcheguei no colchonete e nos
braços quentes do Cris, ele sorriu e me deu um selinho na bôca. Me perguntou,
como estava meu cú, eu disse que ainda doía um pouco, ele deu um rizinho maroto
e falou que depois que eu desse mais vezes o cú, ele ia se acustomar a levar pica.
Perguntou pra mim se eu queria tomar na bunda de novo, apesar da ardência meu
cuzinho deu uma piscadinha com aquilo, balancei a cabeça afirmando e ele falou
que sabia que eu queria rôla, me mandou mamar um pouco na pica pra deixar ela
no ponto pra me enrabar. Não me fiz de rôgado, baixei o calção dele e coloquei na
bôca a rôla, lambendo a cabecinha toda molhada de suquinho de gala, dei vários
beijos e fui pro sáco, colocando as bolas todas na boquinha, tornei a voltar pra cima
e comecei a mamar aquela pica deliciosa, engolindo tudo o que saía dela, o Cris
gemia baixinho e passava uma mão na minha cabeça e a outra na minha bunda,
dizendo que minha boquinha era uma delicia e que estava viciando nas minhas,
chupadas e eu pensei que quem estava viciado, era eu, na piroca dele.
Passei uns bons 10 minutos mamando no cacete dele, até que ele me mandou ficar
de quatro no colchonete, ele passou a lingua na minha bunda e abriu as laterais pra
ter meu cú todo exposto pra ele, deu uma lambida no olhinho e enfiou um dêdo e
começou a tirar e enfiar enquanto dava mordidinhas e beijos na minha bunda.
Confesso que estava delirando com aquilo e adorando estar no meu quarto, com
meu irmão dormindo bem do lado e só com a parte de cima do pijama, de quatro
com um garoto lambendo meu cuzinho, pra ficar bem molhadinho pra tomar pica
grande no rabo.
Depois de me lamber um pouquinho Cris falou baixinho que ia enfiar a rôla, senti
ele se posicionando atrás de mim e mirando o pau na entradinha da minha bunda
me segurando pelas ancas ele foi me puxando de encontro ao cacete, meu cuzinho
já estava bem molhado, mas mesmo assim, quando a cabeça da pica começou a
forçar, comecei a sentir uma dor que não tinha sentido da 1 vêz, por instinto, fui
saindo pra frente, mas o Cris me segurou pela bunda e disse pra eu aguentar que a
cabeça já tinha entrado, tentei ignorar a dôr, mas quanto mas ele enfiava, mas doía
reclamei com ele que estava doendo muito, ele então falou que ia tirar o cacete.
Quando ele foi tirando eu relaxei as pregas do cuzinho, achando que ele ia tirar a
pomba, mas quando só a cabeça estava dentro, ele me empurou com fôrça no col-
chonete, me jogando de bruços e ao mesmo tempo enfiando a pica todinha de uma
vêz no meu pobre cuzinho, gemi alto,mas abafado, pois o sacana tinha colocado uma
das mãos na minha bôca já prevendo o grito. Acho que quase fiquei sem sentidos
pois não sentia nada, só um pêso forte e os movimentos pra frente e pra trás que ele
dava, aos pouquinhos fui me recuperando e percebendo que apesar de a dôr não
ter sumído de toda, um calor e uma senssação de estar sendo comído, foi me domi-
nando por completo, comecei a gemer de prazer na ponta do cacete dele, ele perce-
beu e continuou a me beijar o pescoço e me lamber as orelhas, foi me comendo do
jeito que queria, eu já movimentava a bunda de encontro ao cacete, ele metia a pica
as vezes rápido e as vezes bem devagar, outras ele enfiava com muita fôrça e nas
outras ele fazia tipo um saca-rôlhas na minha bunda, ficou assim por varios minutos
até que ele me disse pra ficar de lado com uma das pernas esticadas e a outra meio
aberta, assim pela 1 vêz tomei no cú de ladinho e adorei, pois assim a gente não se
cansava tanto, ele metia a piroca todinha pois eu podia sentir os pentelhos dele to-
cando minha bundinha, ficou me comendo assim por uns 15 minutos,então me pediu
pra ficar de quatro de novo, assim o fiz e o Cris me fodeu me puxando pelas ancas e
socando a piroca no meu rabinho do jeito que um cachorro faz com a cadela, de
olhos fechados curtia as pirocadas que estava levando, podia sentir a cabeça da pica
quase na minha barriga, delirava com as metidas e com o som de \”plof! plof!\” que
o saco dele fazia de encontro a minha bunda, o som da pica entrando no cú era de
tipo \”gosp! gosp! \”, demais aquilo!
Depois de me socar muito, Cris falou que ia me encher de porra, que eu já era o me-
lhor viadinho dele e que queria me foder pra sempre, foi aumentando as pirocadas
aumentando a fôrça até que ele me deu uma metida muito forte e me segurou, senti
a gala saindo quentinha no canal do meu cú, derramando-se por todas as minhas
ex-pregas, depois da 1 golfada de leite ele me deu mas 2 metidas e desabou em cima
mim, me levando de cara no colchonete, sua respiração era entrecortada e estava
muito suado, apesar da noite ser fria.
Aquele pêso gostoso, sentindo a pica amolecer no rabo, o melado da porra e a sen-
çasão de ter sido enrabado, era amelhor coisa que já tinha experimentado.
no escurinho ele me virou de lado e me deu um beijo de língua demorado e gostoso
disse que me adorava e que meu cú era uma delícia, perguntou se eu era o viadinho
dele, balancei a cabeça concordando, mas ele falou pra mim falar e eu disse.- SOU SEU
VIADINHO! Ele sorriu e me beijou de novo, se levantou e foi pro banheiro se lavar.
Fiquei ali pensando o que mais aquele final de semana esta me reservando.

Espero que vcs estejam gostando de minhas memórias, um abraço e um beijo a todos e
a todas, depois coloco mais de minhas aventuras com o menino safado…

Sr. BUNDINHA

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Branquinho na praia

Oi. Eu sou o Branquinho e tenho uns contos já espalhados pela net, como o primeiro “Branquinho e o pedreiro”, e “Branquinho e o quitandeiro”, Branquinho e o paraíba” e “Branquinho e os garotos”, “Branquinho na escola” e “Branquinho e o empregado de papai”. Eu tinha ainda treze quatorze anos e fui de férias com um tio numa pequena cidade da região de Mangaratiba no Rio de Janeiro. Meu tio tinha duas filhas Simone, com uns 16 anos, e Monique, com a minha idade, e um filho caçula, Magno, com 12 anos. Chegando na casa da praia meus tios nos dividiram pelos três quartos, o casal na suíte, as meninas no quarto ao lado e eu e Magno num quarto menor que ficava nos fundos da casa. Deixamos as coisas nos quartos e fomos para a praia… Eu não tinha muito contato com eles, há muito tempo, desde muito criança, e sempre fui muito tímido, mas D. Aretuza, a mulher do meu tio me cobria de cuidados… Assim, ela mandou que os filhos me levassem para conhecer a praia, enquanto ela e meu tio ficaram com amigos num quiosque. Meus primos eram muito metidos e chatos. A Simone achava que era mocinha e não queria ficar com “pivetes”, indo logo embora. Ficamos eu, Monique e Magno… Não era temporada e aquela região estava longe de ser um balneário da moda… A praia estava vazia e fomos nos afastando até chegarmos numa área quase deserta, perto de umas pedras. Íamos seguindo Magno e, logo, ele encontrou a sua “turma”, três garotos, dois da sua idade e um bem mais velho e muito estranho… Ele era chamado pelos outros de Janú, acho que de Januário, e, ao contrário de nós era nascido ali. Janú devia ter uns dezesseis para dezessete anos, mas parecia um menino, em seu jeito de falar e atitudes… Era mulato, um pouco gordo, mas muito forte… Magno não gostou muito quando viu que ele estava com os amigos, deu para perceber, mas não se manifestou muito, acho que por medo de Janú… Um dos meninos sugeriu que fomos para o “pocinho”, um riozinho canalizado por pedras que desaguava no mar e onde eles caçavam pitus… Chegando lá, num local ermo, entendi o porquê do desconforto de Magno. Enquanto descíamos no rio, Janú ficou de olho na Monique, que era uma garota magrela e chata, mas que bastou para que o mulato ficasse com uma visível ereção sob o short surrado… Sem coragem para tomar uma atitude, Magno chamou Monique para ir embora, sob protestos da garota que (acho) nada percebia… Ainda assim foram embora e os outros meninos insistiram para que eu ficasse… Como achava meus primos uns chatos e quisesse companhia fiquei. Depois que eles foram embora os meninos começaram a falar sacanagens a respeito da Monique e mesmo da Simone… que já tinham feito isso ou aquilo com elas… Tudo mentira, claro… Mas o bastante para Janú completar a sua ereção uma volume já impressionante e os outros já armarem as suas piquinhas… Dentro do Rio, que eram ladeado por paredes de pedra mais altas, sentamos nas pedras e ficamos conversando… Janú já alisava o pau por cima do calção e contou uma história de um menino viadinho, filho do dono da casa em que seu pai era caseiro, que ele levou para comer ali. Os outros meninos ficaram excitadíssimos com aquela história e Janú dava detalhes… Disse que o garoto quis fugir dele por causa do tamanho de sua “manjuba”, mas que ele não ia ficar “na mão” e acabou comendo-o meio à força…, mas que ele acabou gostando, embora chorasse muito na hora, e que ele já o havia comido na casa dele algumas vezes, enquanto os pais do menino estavam na praia… Disse Janú que o garoto passava óleo de cozinha no cu e ficava de bruços na cama para agüentá-lo todo… Todos coneciam o garoto e riram muito… Eu já não agüentava tirar os olhos da pica do garoto e os outros meninos ficaram gozando com ele… que a pica dele não era tão grande… e tal… Janú ficou de pé e arriou o calção… Uma pica quase preta, mais escura que ele, enorme saltou e bateu na barriga dele… Devia ter uns 18 ou 19 cm, com uma cabeça avermelhada e pontuda… Sua pica começava fina, engrossava no meio e afinava na ponta… Tinha um veia enorme num dos lados e era grossa como um pãozinho… Os outros garotos assustaram-se… o mais novinho, ao menos aparentemente, disse que tinha que ir embora e fugiu… Os outros dois, Marcelo e Lininho ficaram e Lininho disse que ele devia ter “arrombado o Neném (apelido do menino que Janú disse que tinha comido…)”. Eu já não conseguia desviar os olhos da pica, que então Janú já manipulava diante de nossos olhos… Então Janú disse: agora fiquei com tesão, mas não gosto mais de tocar punheta…, um de vocês vai tocar uma pra mim… Lininho deu um salto e tentou escalar o murinho, mas Janú segurou-o pelo tornozelo e ele desceu de bunda na água, algo perigoso num local tão predegoso… Janú pôs o menino à sua frente, pôs a mão dele na pica e o mandou “tocar uma”, Lininho fez alguns movimentos mas disse que ia contar para o seu pai que ele o obrigara… que não era viado como o Neném… Marcelo aproveitou para fugir e Janú mandou Lininho ir embora, com medo, soube depois, do pai do menino que era muito rico e influente… Lininho escalou o muro rápido e saiu correndo… Eu comecei a subir, mas nunca fui bom nessas coisa (e talvez nem quisesse mesmo ir embora) e Janú agarrou-me pela cintura e desceu-me, dizendo: É tu que vai me aliviar… e se contar pra alguém já sabe… Sentei-me numa pedra à frante dele comecei a punhetá-lo… Já estava louco de tesão. Mas sabia que o que ele fizesse ali contaria aos outros depois, assim melhor que eu tivesse sido “obrigado”. Depois de uns dois minutos de punheta, Janú pôs a mão em minha nuca e, com firmeza foi baixando a minha cabeça até a pica… Quando meus lábios encostaram na cabeça avermelhada, que cheirava à maresia, ele abaixou-se e falou no meu ouvido: chupa, viadinho… Caí de boca e mamei aquele caralho com gosto… Logo Janú percebeu que eu não era assim tão “obrigado”… principalmente quando me ajoelhei na areia, com os joelhos n’água, e pus seus ovos na boca… novidade que o fez gozar no ar… melando as minhas costas… Janú arfava e ria enquanto eu lambia a porra que restava no pau… Em quanto lavava a pica no rio Janú segurava-me pelo pulso, para que eu não fugisse, mas logo viu que não era preciso… Deitou-se então numa pedra maior e começou a conversar… Disse que era doido pra comer as meninas filhas dos turistas, mas elas não queriam nada com ele, mesmo as mais “sem-vergonhas”… disse que a minha prima Simone, chupava e dava o cu pro namorado ali mesmo e que já tinha comido uma das mães dessas meninas, quando foi fazer um serviço a mando do pai dele e o dono da casa havia ido ao Rio de Janeiro para resolver problemas de trabalho… disse que tinha comido o cu da mulher e só não o fizera de novo porque o “corno estava sempre perto”… Essas lembranças (ou invenções?) foram excitando Janú e a pica começou a crescer… Ele mergulhou na água até a cintura e quando levantou ela já esta mais de 90 graus para cima… Janú me chamou para mamar de novo… Eu comecei pelos ovos e ele “elogiou”: você chupa feito puta… Chupei bastante, bem babado, e depois de uns dez minutos Janú levantou-se e me mandou tirar a sunga… Fiz o que ele mandou e pendurei-a num galho próximo… Janú me empurrou para a pedra grande e lisa em que estava deitado e me pôs com o peito na pedra e a bunda pra cima… Cravei os pés na areia dentro d’água e busquei empinar o máximo meu cu… Era desconfortável e doíam as minhas coxas na quina da pedra… Pensei em sugerir um lugar melhor (mas onde?), mas Janú já estava com a ponta da pica encostada na minha olhota. Nunca gostei de sexo em água… acaba com qualquer lubrificação… e Janú estava pouco ligando para o meu conforto… Senti suas mão segurando firme minhas ancas e logo ele meteu de uma vez… A dor era muita e dei um grito, mas meu macho continuou sem pena… Eu já estava acostumado com isso, macho que é macho não liga pra dor de viado, e suportei como pude. Não foram mais que dez bombadas fortes e secas, Janú gozou retesando-se e apertando minha cintura como se a quisesse rasgar… Depois de gozar Janú tirou a rola ainda dura, causando um barulho de rolha (plop!) dando a impressão que o cu ia sair junto… Era pouca porra, porque ele já tinha gozado, mas deu para senti-la escorrer… Janú mergulhou na água, limpou a pica e saltou para o alto do muro, pondo o calção e repetindo a, ali inútil, ameaça: se contar pra alguém… e foi embora… Eu me lavei no rio também, vesti a sunga e fui embora meio descadeirado…

Na volta para a casa encontrei Magno, Monique e Simone. Eles haviam levado uma bronca por terem deixado o primo sozinho e iam me buscar. Simone estava “puta” por ter de cuidar de “pirralhos”, e Magno tinha encontrado com Marcelo e Lininho e estava muito curioso… Minhas primas ficaram conosco na praia, por ordem da mãe, e eu e Magno fomos para a água… Magno disse que os amigos disseram que eu fiquei lá com o Janú… Que o Janú já tinha tentado comer ele… e perguntou o que tinha acontecido. Menti dizendo que tinha fugido logo depois, mas que, no susto, pegara o caminho errado e tivera que voltar… Ele não acreditou muito e, pra variar, acho que já estava sacando a minha, apesar de todos os meus esforços para não dar bandeira. Depois do almoço com meus tios eu quis dar um cochilo, pra ver se me recuperava da enrabada violenta de Janú, meu cu ardia muito, principalmente depois de ter pego água salgada…, e não fui com meus primos à praia no meio da tarde… No fim da tarde brincamos de jogos na casa e, à noite, Simone foi para a praça da cidadezinha, meus tios tomar cerveja na casa de amigos e Monique para a casa de amiguinhas. Eu e Magno também íamos à pracinha, mas meu primo ficou enrolando e acabamos ficando sós… Magno disse que encontrara Marcelo e Lininho à tarde e que eles tinham visto o Janú… Eu gelei, mas fiz que não era comigo… Ele disse que os colegas ouviram de Janú que ele tinha me comido… e que eu tinha “engolido os ovos dele”… Eu neguei, falei que Janú era mentiroso… Magno perguntou se ele tinha me forçado… Aí eu titubeei entre a negativa e a versão da “curra”, disse que não tive jeito… que não gostara, tentei voltar à versão de que nada tinha acontecido… ou seja, me enrolei todo. Magno disse que se eu tinha sido obrigado, ele falaria com o pai dele… Eu pedi pelo amor de deus que ele não o fizesse… Aí ele disse: o Janú falou que você “chupou gostando” e ficou “esperando a metida dele”… Eu já estava vermelho e sem saber o que dizer… Aí meu primo disse: não conto pro papai… mas você vai ter que me chupar também… Quando olhei a pica já estava fora do calção… Magno sentou esparramado no sofá… ajoelhei-me entre suas pernas e comecei a chupar seu cacetinho de uns treze cm… Logo ele mandou que eu engolisse os ovos, como fizera com Janú… Atendi ao meu primo e ele suspirou fundo… Com certeza foi a primeira chupada da vida dele… que gozou em tempo recorde. Engoli a porá rala de meu primo e, preocupados com a possível, embora improvável chegada de alguém, ele vestiu o calção e fomos para a praça. Lá encontramos Marcelo, Lininho e outros meninos e logo percebi que mal falavam comigo, o que queria dizer que a história já tinha se espalhado. Ali mostraram também o tal Neném, que caminhava junto aos pais, não pude acreditar que aquele garoto havia suportado o Janú… Janú passou por mim rindo, confirmando para os outros a história… Horas depois os meus tios passaram de carro pela praça para levar todos para casa, Simone e Monique já estavam no carro e meu tio puto porque havia pego a filha “se agarrando” com o namorado… Chegando na casa fizemos um lanche e meu tio desligou o gerador (não havia luz elétrica nessa região então) e fomos para a cama. Eu estava com medo da repercussão dos fatos daquele dia, mas também exausto… então adormeci rápido. Não sei quanto tempo dormi, mas fui acordado com uma sensação estranha… já estava com os shorts no tornozelo e um dedo melava meu cu… fiquei quieto e logo me dei conta de que Magno estava me lubrificando… Meu primo subiu em cima de mim e encaixou a pica no meu cu… a manteiga, a piquinha de doze anos e o caminho recém-aberto por Janú fizeram uma foda prazeirosa, quase um carinho… Acho que nem vi meu primo gozar.. dormi tomando no cu pela única vez na vida… Quando acordei pela manhã meu calção já estava no lugar, meio mal ajambrado, e meu primo já havia saído…

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O primeiro menino na nova cidade

Após minha primeira estória contando como foi minha iniciação (Inocência perdida), passo a contar como as coisas se sucederam na nova cidade.
O fato era que eu já estava viciado em levar uma rola no cuzinho. Gostava muito de sentir meu buraquinho de menino sendo fodido. Meu “professor de 13 anos” me ensinara muitas coisas sobre sexo ou pelo menos aquilo que ele sabia melhor do que eu. Nunca revelei nosso segredo a ninguém e tivemos muitos momentos de extrema felicidade, embora, às vezes, eu achasse que os outros meninos desconfiassem de mim.
Nova cidade, novo bairro cheio de garotos, nova escola, a vida seguia em frente, mas eu já me incomodava com a vontade de ser enrabado de novo.
Eu estava com 8 anos, meu corpo se desenvolvia, minha bunda estava mais arrebitada e rechonchuda que nunca e, embora eu agisse como um garoto “normal” (não era afeminado e nem agia como um viadinho), não demorou para que os outros moleques começassem a fazer comentários a respeito de como eu tinha um traseiro gostoso e essas coisas todas. Era corriqueiro levar passadas de mão e encoxadas, mas eu me mantinha firme e procurava não dar bandeira sobre meus desejos mais profundos. Eu tinha sido bem instruído pelo meu mestre quanto ao modo de agir na frente de outros meninos. Então sempre que um moleque vinha com aquelas brincadeiras eu revidava ou fingia ficar irritado para manter as aparências, de modo que não desconfiavam que na verdade aquilo me dava um enorme tesão.
Passaram-se os meses, eu já tinha feito alguns amigos e nada tinha acontecido ainda.
Um belo dia, um garoto chamado Zé Paulo de 14 anos que era amigo do meu irmão mais velho foi procurá-lo em casa, mas ele não estava e ficamos os dois conversando. O papo foi evoluindo e eu percebia que vez ou outra o cara esfregava o pinto, o que atraia o meu olhar. Ele usava uma bermuda um pouco apertada o que demonstrava o volume que aos poucos se formava dentro dela. Era ele tocar no cacete e meus olhos imediatamente seguiam seu movimento. Claro que não demorou para o Zé Paulo perceber meu “incômodo” e foi levando o papo para o lado que ele queria. Perguntou se eu sabia brincar de troca-troca e eu respondi que não, então ele me disse que se eu quisesse ele poderia me mostrar. Eu quis saber como era aquela brincadeira e ele me explicou que primeiro ele colocaria o pinto na minha bunda e depois eu colocaria o pinto na bunda dele. Quando ouvi aquelas palavras meu cuzinho piscou de desejo e eu nem vacilei para topar brincar com ele. Ele reagiu com um sorrisinho maroto e sugeriu que fôssemos procurar um lugar para brincar.
Lugares escondidos eram o que não faltavam, pois havia muitas casas em construção (o bairro estava se desenvolvendo) e também muitos terrenos com mato relativamente alto que serviriam de esconderijo para esse tipo de brincadeira. Saímos dali e nos dirigimos a um terreno próximo onde ninguém poderia nos ver.
Achamos um lugar ideal e quando Zé Paulo tirou a bermuda, saltou para fora um pinto bem maior que aquele com o qual eu estava acostumado (devia ter uns 16 cm e era um pouco grosso, com uma cabeça grande e vermelha). Meus olhos brilharam ante aquela visão e ele percebendo meu êxtase pediu para eu pegar nele. Sem qualquer pudor agasalhei aquela carne dura com minha mão pequena. Estava quente e babava um líquido transparente. Instintivamente comecei uma punheta de leve naquele mastro o que foi suficiente para a pergunta dele: “Você já pegou num cacete antes né?”. Meio sem graça por ter sido desmascarado respondi que sim e contei a ele sobre minha experiência anterior. Seu rosto ficou iluminado de felicidade e então ele disparou: “Você gosta muito de rola?”. Respondi que gostava e sentia muita vontade de pegar numa fazia muito tempo, mas ainda não tinha tido coragem e ele era o primeiro garoto do bairro para quem eu fazia aquilo. Ele me disse: “Então chupa seu pirulito porque eu sei que você deve gostar também”. Sem vacilar abocanhei a cabeça do caralho que pulsava na minha frente e como já tinha alguma experiência, comecei a chupar com todo o cuidado para não raspar os dentes. Seu caralho era um pouco grande para minha boquinha pequena, mas eu me esforçava para proporcionar prazer para aquele machinho delicioso. Ele elogiava: “Nunca um viadinho me chupou tão gostoso. Desse jeito vou querer sempre”. Não respondi nada, pois tinha a boca ocupada e não pretendia parar de chupar, já que sentia tanto tesão naquilo. Após algum tempo mamando, ele me pediu para parar senão ele acabaria gozando e estava a fim de fazer outras coisas comigo. Ele falou: “Bom, eu te chamei para fazer troca-troca, mas na verdade eu quero mesmo comer seu cuzinho. Deixa eu enfiar em você?”. “Claro que deixo”, respondi tremendo de tesão. “Você ta viciado em pinto. Vou te comer tão gostoso que você vai querer sempre meu cacete enterrado em você. Tira toda a roupa e fica peladinho que eu quero ver o meu troféu”, ordenou. Fiz como ele mandou e ele elogiou muito o que viu: “Nossa, caralho! Que bundinha maravilhosa você tem! Quero ficar horas metendo nesse cuzinho delicioso. Fica de quatro pra mim fica!”. Fiquei de quatro na sua frente, arrebitando bem o traseiro e expondo meu buraquinho o máximo possível. Ele se aproximou e começou a me lamber. Aquela sensação nova eu não conhecia e fui às nuvens com aquele cunete. Meu corpo tremia a cada passada de língua. Quanto mais metia língua mais eu me entregava a ele e percebendo meu bem estar, perguntou: “Acha que vai agüentar meu pau dentro do seu cu?”. Respondi: “Acho que sim apesar de ser grande e grosso”. Ele cuspiu várias vezes no próprio pinto e passou bastante saliva no meu furinho. Encostou a cabeça da rola começou a pressionar. Eu reclamava um pouco da dor, ele passava mais saliva, me segurava firme pela cintura e voltava a tentar enfiar aquele cabeção dentro de mim. Tentou e tentou até que conseguiu fazer passar pelo anel. Eu vi até estrelas e gemi um pouco mais alto. Ele pediu silêncio para que ninguém nos ouvisse e continuou forçando até estar metade dentro de mim. Lágrimas rolavam pelo rosto, mas eu não estava disposto a perder a chance de levar novamente uma rola na bunda, de modo que agüentei como pude e fiz o possível para receber aquele pedaço de carne delicioso no rabo. Agora eu já sentia seus pentelhos encostando nas polpas da minha bunda e suas bolas batendo nas minhas próprias bolas. Ele se movimentava devagar até eu acostumar com todo aquele volume me penetrando e rasgando e aproveitava para dizer umas barbaridades:” Caralho! Nunca meti num cu tão gostoso. Você tem mesmo que dar esse rabinho de ouro. Moleque como sua bunda é generosa. Engoliu toda minha piroca. Ta tudo atolado!”. Eu não dizia nada, só ouvia e gemia no compasso do vai-e-vem que estava me proporcionando um prazer imenso. Sentia arder por dentro, mas nem de longe queria que ele parasse. Zé Paulo não parou, continuou aumentando aos poucos seus movimentos. Agora eu já não sentia mais dor alguma, só mesmo tesão de estar invadido de novo por trás e como eu gostava daquilo. Sentir o caralho alojado lá dentro, entrando e saindo, rasgando e fazendo arder de prazer. Eu estava nas alturas. Depois de uns 20 minutos me fodendo, ele estocou bem forte meu cuzinho e gozou sua porra quente dentro de mim, gemendo e urrando de prazer.
Eu já sabia que ele tinha me inundado de porra, mas nem me preocupava, pois estava acostumado a levar esses jatos quentes que eram o meu prêmio por ser obediente.
Saciado, ele se sentou ainda sem a bermuda e com o pau meio amolecido. Eu me sentei de frente para ele e começamos a conversar. “Obrigado por deixar eu meter em você. Levanta e deixa eu ver uma coisa”. Levantei, ele me colocou de costas para ele, abriu minhas nádegas e foi conferir o estrago que seu pinto tinha feito. “Seu cuzinho ta arrombado, mas acho que eu não machuquei você. Ta doendo muito?”. Sentei-me novamente à sua frente e respondi: “Ta ardendo um pouco, mas depois passa. É que seu pinto é muito grande. Nunca tinha experimentado desse tamanho”. “Você gostou?”, ele quis saber. “Gostei e quero fazer de novo quando você quiser”. “Você ta viciado mesmo em levar no rabo né sua bichinha. Pode deixar que eu vou querer comer sempre. Essa sua bunda merece um cacete todo dia. Não esquece que esse vai nosso segredinho, se contar pra alguém a gente se ferra”. “Pode deixar que eu não vou contar. Eu sei o que pode acontecer se meu pai souber disso”.
Ficamos ali ainda algum tempo, eu completamente pelado, ele sem bermuda, conversando sobre o que faríamos na próxima vez, quase sussurrando para não alertar nossa presença ali.
Depois de um tempo resolvemos que era melhor nos vestir e sair dali pra não chamar a atenção.
Alguns dias depois nós teríamos uma nova trepada, mas contarei como as coisas aconteceram em outra oportunidade.
Os fatos relatados aqui são reais e aconteceram há muito tempo.
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A primeira vez que mamei num caralho

Meu nome é Leticia, tenho 16 anos, sou morena , baixinha(1.55 cm de altura), olhos verdes, cabelos compridos e um corpo estilo violão, bem tesudinho. Eu moro no interior de SP, numa fazenda com meus pais. Desde pequena eu sempre fui muito inocente e não maldava as coisas que aconteciam ao meu redor, mas o tempo foi passando e eu comecei a perceber certos fatos… Eu sempre adorei beber um leitin ho quente colhido da vaca, certa vez um peão da fazenda me disse que as vaquinhas estavam doentes e que não poderia recolher leite para mim, eu comecei a chorar dizendo que queria o meuu leitinho, daí o peão perguntou se eu conhecia \” leite de tora\” e que se eu quisesse ele me dava leitinho e eu inocente que era não sabia o que era \”tora\” e que só gostava de leite da minha vaquinha. Passado algum tempo e as vacas não melhoravame eu já estava deseperada pelo meu leitinho, foi quando lembrei que o Pedro(esse é o nome do peão) me falou sobre o leitinho de tora. Naquela noite eu dormi decidida a experimentar esse tal leite. DE manhã fui direto para o celeiro e falei com o Pedro que já não aguentava mais ficar sem meu leitinho e que queria experimentar o tal leite de tora. O Pedro me olhou e disse que quando fosse por volta do meio-dia eu voltasse ao celeiro que ele me deixaria mamar o quanto eu quisesse.Voltei para a casa grande muito feliz , pois teria leitinho para eu beber. Lá pelas 10:30 da manhã meus pais foram à capital visitar a minha avó que estava internada, eles queriam me levar, mas eu protestei muito, pois queria ficar na fazenda para experimentar esse \”leitinho misterioso\”. Quando deram 11:50h eu partí para o celeiro, pois estava louca para tomar o meu leitinho. Quando cheguei cheguei logo chamei o Pedro que apareceu de prontidão e me levou para os fundos do celeiro e disse que já voltava, eu me sentei na palha e fiquei esperando, quando oPedro voltou, notei que estava com as calças abertas e falei com ele, no que ele virou para mim e falou para eu chegar mais perto, quando me aproximei logo reparei que Pedro tinha colocado para fora das calças algo grande e duro. Eu tentei me esquivar , mas ele segurou no meu braço e disse que eu já era muito grandinha para beber leitinho de vaca e que já era hora de me ensinar a mamar a tora dele. Ele começou a me beijar de mansinho e eucomecei a sentir um arrepio subindo pelas permnas , ele me beijava com vontade e eu corrspondia , meio inexperiente, aos poucos fui me soltando, ele tirou minha blusae começou a acariciar meus peitinhos pequenos e durinhos de tesão, eu comecei a gemer baixinho igual uma gata no cio, ele parou de me beijar e começou a mamar meus peitinhos me chamando de vaquinha safada e tesuda, eu já estava com as pernas moles e ele colou o corpo no meu, foi quando eu senti aquele caralho duro roçando nas minhas coxas, nisso a minha xoxotinha já estava ensopada de tesão, dai o Pedro me disse. – Vc não quer leitinho? Vem, mama aqui na minha tora, vou te dar leite quentinho. Ele me fez ajoelhar e botou aquele caralho imenso para fora ( fiquei sabendo depois, 23X6) e me falou para mamar, eu comecei a chupar aquela cabeçona vermelha que já estava toda melada, chupava devagar, meio que com medo, mas como sou espertinha fui pegando o jeito e mamava sem parar, engolindo a cabeça daquele caralhãoigual uma bola de sorvete, quanto mais eu mamava mais alto o Pedro gemia, eu já estava ficando experiente e agora já mamava sem medo, engolindo aquela tora maravilhosa, lambendo tduo,cabeça, saco, pau, tudo, foi quando o Pedro disse para eu me preparar que ele iria gozar e me draia o leitinho que eu tanto queria, mamaei com mais vontade ainda, de repente senti o Pedro começar a tremere meter todo aquele caralho maravilhoso na minha boca e gozar de forma fenomenal, eu mamei tudinho, cada gotinha daquele leitinho gostoso que ele me dava. Quando ele acabou de gozar, eu já estava empanturrada de tanata porra que mamei. Daí ele me deu um beijo na boca e perguntou se eu havia gostado do leitinho, e eu mais que satisfeita disse que sim, então ele viroub pra mime disse que agora era ele quem queria mamar meu leitinho, nisso ele já foi me deitando na palha e arreganhando minhas pernas e caiu de boca na minha xoxotinha toda melada, chupando o meu grelinho, passando a lingua em volta e metendo um dedo na minha grutinha, nessa hora eu já estava gemendo alto como uma verdadeira putinha safada, e o Pedro enterrando a lingua na minha xoxota, quando eu gozei foi demais e o Pedro mamou todo o meu melzinho…depois de algum tempo nos vestimos , mas não sem antes fazer o Pedro prometer que me draia \”leitinho e tora\” novamente.Foi assim que eu comecei a gostar de mamar num caralho, desse dia em diante nunca mais tomei leite de vaca, agora só bebo \”leitinho de tora\” que é mais saudável. Esse é o primeiro conto que eu mando, espero que vcs tenham gostado, agora quem quiser uma mamada ou torcar experiencias me escrevam na_fazenda@yahoo.com.br
Beijinhos para todos
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Eu deixei 2

Olá, meu nome é Artur e eu vou continuar a história que eu comecei no outro conto (\”Eu deixei\”) onde eu escrevi sobre como meu amigo Paulo me convenceu a deixá-lo fazer certas \”brincadeiras\” com o meu bumbum, até mesmo a me encoxar sem roupa (mas sem penetração) e como nosso amigo Pedro também se interessou pela minha bundinha. Como eu disse, no final daquele conto, uma vez nosso amigo Pedro foi comigo à casa de Paulo, e lá os dois me encoxaram sem roupa, e depois disso quando fomos todos jogar video game, eu ficava sempre sentado no colo do vencedor. Então a partir desse dia, sempre que eu estava na casa de Paulo, eu estava sentado no colo dele, ou de Pedro nos dias em que ele também ia com a gente. Agora sempre que nós íamos nos sentar, eu ficava no colo de alguém. Pedro adorou me encoxar, bolinar minha bunda e me botar sentado no colo dele, então ele passou a ir mais vezes na casa de Paulo, porque eu estava lá quase todo dia. Várias vezes a gente ia direto depois do colégio e almoçava lá mesmo. Quando eu sabia que eu ia direto do colégio pra lá, eu já ia sem cueca por baixo do uniforme, porque Paulo me pediu pra ir sempre sem cueca na casa dele. Eles sempre me agarravam e passavam a mão em mim no elevador, quando a gente chegava no apartamento eles iam me bolinando até chegar no quarto, e lá no quarto eles sempre queriam me encoxar sem roupa. Só depois que eles gozassem e estivessem satisfeitos é que íamos fazer os deveres de casa. Isso já estava acontecendo tantas vezes e eu já estava tão acostumado que quando a gente chegava no quarto, eles nem pecisavam mais pedir, eu já tirava a roupa e deitava de bruços na cama. No início eu só me masturbava ao mesmo tempo se estivesse vendo aquela revista de mulher pelada, mas depois de algum tempo eu enjoei daquela revista e comecei a me masturbar sempre. Num desses dias em que Pedro também foi à casa de Paulo, nós fizemos tudo isso como já era normal (e mesmo quando Pedro não ia eu fazia só com Paulo), eles sujaram minha bunda e minhas costas de esperma como sempre, e quando já estavam satisfeitos foram brincar de video game porque não tínhamos dever de casa naquele dia. Eu digo que só eles ficavam satisfeitos porque apesar de eu me masturbar enquanto eles me encoxavam, eu fui educado pela minha mãe (meus pais são separados) para achar aquilo errado, e eu não gostava de ser tratado como \”bicha\” e só deixava eles fazerem aquilo comigo por amizade. Mas continuando, quando eles acabaram, nós fomos brincar de video game e fizemos aquilo de sempre: eu ficava sentado no colo do vencedor. Jogamos bastante tempo e cada vez eles jogavam melhor pra poderem ficar mais tempo comigo no colo deles. Mas começamos a enjoar do jogo, e resolvemos parar de jogar. Ligamos a TV e procuramos desenhos para assistir. Eu continuava sentado no colo de Paulo, porque ele não perdia no video game há muito tempo. Assim ficamos conversando e vendo TV, até que o Pedro falou pro Paulo: \”Agora é a minha vez de botar ele no me colo\”. Paulo respondeu: \”Não, isso só estava valendo na hora do video game, agora o Artur fica no meu colo porque estamos na minha casa\”. Eu não disse nada, porque eu achei que como eu estava na casa dele, eu tinha que obedecer, e além disso, eu já estava mais acostumado com o Paulo, que foi quem me convenceu a fazer esse tipo de coisa. Então eu continuei no colo de Paulo, ele me segurando pela cintura e o pênis duro dele cutucando meu bumbum. Mas eu vi que Pedro estava excitado, e estava querendo alguma coisa também. Então Pedro pegou minha mão e falou pra mim: \”Artur, segura no meu pau\” e levou minha mão até seu pau por cima da cueca (porque eles ficavam sempre só de cueca e eu ficava pelado). Eu segurei com um pouco de medo, mas depois eu pensei bem e me lembrei que eu já estava acostumado a sentir o pênis deles dois na minha bundinha (mesmo que não enfiassem no meu cú) então relaxei e fiquei acariciando o pau dele. Ele ficou bem excitado, e quando o pau dele endureceu muito, ele teve que tirar de dentro da cueca. Era a primeira vez que eu segurava o pau de outro garoto, e é claro que eu achei que era uma coisa errada, mas não me importei muito. Então o Pedro pediu pra eu bater uma punheta pra ele. Eu fiquei batendo uma pra ele, e nessa hora, ninguém mais estava vendo os desenhos. O Paulo gritou: \”Andressa!\” Andressa era empregada dele, que já tinha visto muitas vezes aquelas sacanagens nossas, mas ela nunca falava nada e fingia que nem via. Eu tinha tesão por ela por que ela era gostosona, mas não queria que ela me visse assim, sendo feito de \”bichinha\”. Mas o Paulo não sabia disso e ele estava com vontade de me exibir, então ele chamou de novo e a Andressa veio. Ela ficou parada na porta e me viu lá, sentado no colo de Paulo e batendo uma punheta pra Pedro. Então o Paulo disse pra ela: \”Faz um lanche pra gente\”. Ela fingiu que não tinha visto nada de diferente e voltou pra cozinha. Só demorou um pouquinho e Pedro gozou esporrando na minha mão. Eu disse pro Paulo que ia me levantar do colo dele pra lavar a mão no banheiro. Quando eu voltei pro quarto o Paulo me disse que também ia querer que eu batesse uma punheta pra ele. Então eu sentei no colo do Pedro, eu mesmo abaixei a cueca do Paulo e comecei a bater pra ele. O pau dele era maior que o do Pedro e mais grosso também. Enquanto eu batia, eu olhava pro pau dele, e comecei a achar bonito, com aquela cabeçona inchada. Enquanto isso eu estava sentado no colo do Pedro, mas ele não ficava quieto que nem o Paulo, ele se mexia muito e ficava esfregando o pau dele no meu bumbum com força. Mais um pouquinho e Paulo esporrou na minha mão. Eu me levantei e fui lavar no banheiro. Quando voltei pro quarto, a Andressa já tinha levado o lanche pra lá, e nessa hora foi a única que eu não sentei no colo de ninguém. Quando nós acabamos, o Paulo me botou sentado no colo dele de novo e chamou Andressa pra buscar a bandeja. O resto do dia nós passamos assim, assitindo TV. Quando deu 6 horas eu o Pedro nos levantamos pra ir embora antes da mãe do Paulo chegar. No elevador o Pedro pediu pra eu arriar o short pra me encoxar sem roupa. Eu disse que não porque senão não ia poder me limpar, mas disse pra ele parar o elevador com o botão de emergência e eu ia deixar ele me bolinar. Ele parou o elevador e apagou a luz e ficou lá bolinando minha bunda e se esfregando em mim. Mas a gente teve que parar rápido pra não ficar prendendo o elevador muito tempo. No dia seguinte, eu ia com certeza pra casa do Paulo e o Pedro falou que também ia, e eu vi os dois no colégio falando baixo alguma coisa sobre mim. Saímos da escola, e tudo foi igual o dia anterior: me bolinaram no elevador, me bolinaram no caminho até o quarto e quando eu cheguei lá, tirei a roupa e me deitei de bruços na cama. Eu já estava esperando alguém encaixar a pica na minha bunda, mas o Paulo pediu pra eu levantar. Eu não entendi o que estava acontecendo e vi o Pedro procurando alguma coisa na mochila. Ele tirou de dentro da mochila um conjunto de calcinha e soutien branco que ele falou que era da irmã dele e pediu pra eu vestir. Eu falei que não queria, mas eles me pediam com educação, não me forçavam a fazer nada e eles pediram tanto que eu aceitei. Primeiro eu vesti a calcinha, e quando puxei até em cima, meu pau ficou pra fora, então o Pedro mesmo pegou meu pau e botou pra baixo pra calcinha segurar. Depois o Paulo veio atrás de mim pra puxar a calcinha pra cima, pra ela ficar mais enfiada. A calcinha era bem pequena, das que têm a parte de trás menor que a parte de frente, mas sem ser fio-dental e tinha uns babados na cintura. Depois eu vesti o soutien, enfiei os braços pelas alças e aí o Paulo prendeu o fecho. Ele combinava com a calcinha, era branquinho e tinha um rendado de flores. Eles falaram que eu estava muito \”bonita\” e \”gostosa\”, mas eu não estava gostando muito. Então o Paulo me levou no quarto da mãe dele que tinha um espelho que ocupava a parede inteira pra eu me olhar. Quando eu me vi, eu me achei muito sexy, e acabei sorrindo. Eles me viram sorrindo e disseram que sabiam que eu ia gostar. Então o Paulo veio por trás de mim e me abraçou, e pela primeira vez ele beijou minha nuca. O Pedro se encostou na minha frente puxou minha cabeça com as duas mão e me beijou na boca! Acho que eles já tinham vontade de me beijar, mas só tiveram coragem agora que eu estava vestido de mulher. Eu nunca tinha beijado ninguém e agora estava beijando pela primeira vez, e um garoto! Eu estava adorando porque agora eles não estavam só fazendo sacanagem, eles estavam sendo carinhosos. Nós ficamos abraçados assim, com o Paulo atrás de mim beijando minha nuca e sarrando minha bunda e o Pedro na frente me beijando. Então paramos um pouco e eles falaram pra eu me deitar na cama. Eu estava tão feliz que deitei na hora. Eles dois vieram e se deitaram um de cada lado, abaixaram as alças do soutien e ficaram chupando meus peitos! Eu estava adorando e fiquei muito excitado. Depois que eles chuparam meus peitos bastante, eles dois botaram o pau pra fora, e pediram pra eu chupar. Eu nunca tinha feito isso, mas naquela hora eu ia fazer qualquer coisa que eles pedissem. Eu me levantei e tentei parecer o mais feminina possível, pedi pra eles se sentarem na beira da cama, me ajoelhei na frente deles e segurei o pau dos dois. Comecei a chupar o do Paulo e enquanto isso punhetava o Pedro, depois troquei algumas vezes e depois tentei chupar os dois ao mesmo tempo. Eles gozaram na minha boca e eu bebi tudo sem eles pedirem. Naquele dia ficamos só nisso, mas foi o melhor dia de todos. Eu passei o dia todo sentado no colo deles como sempre, mas agora eu ficava abraçado com eles, e eles me beijavam no peito, na boca, nas coxas. Quando eu e o Pedro íamos embora eu ia tirar a lingerie, mas ele pediu pra eu não tirar, pra eu vestir o uniforme por cima. Eu fiz como ele pediu, e no elevador ele me deu um amasso incrível, me beijando muito e apertando minha bunda. No dia seguinte eu fui pro colégio vestindo a calcinha, e quando fomos pra casa do Paulo, o Pedro estava muito carinhoso comigo. Quando chegamos eu peguei o soutien de dentro da mochila e falei que ia vestir também. Eu vesti o soutien, o Paulo abotoou o fecho e eu tirei o short do colégio ficando só de lingerie. Eu já estava \”pronta\” e com muita vontade de dar uns amassos com eles. Mas aí o Pedro falou que conseguiu pegar uma saia de colégio da irmã dele. Ele pegou na mochila e me entregou a sainha plissada. Eu vesti a sainha azul, e perguntei se ele não tinha trazido uma blusa. Ele disse que não mas disse pra eu vestir a minha camisa do uniforme e dar um nó na cintura pra ficar com a barriga de fora. Eu fiz isso e fiquei encantada comigo mesmo, mas estava descalça. Aí o Paulo pegou um par de tamanquinhos da mãe dele e me deu. Eu calcei e fiquei parecendo uma colegial putinha. Eles falaram que iam me chamar de Bruna. Então a gente se abraçou que nem a gente tinha feito antes, o Paulo por trás e o Pedro pela frente, e começamos a dar uns malhos. De vez enquando eles passavam a mão no meio da minhas pernas e falavam que era minha \”xoxota inchada\”. Aí, eles pediram pra eu deitar na cama. Eu deitei de peito pra cima, pensando que eles iam lamber meus peitos, mas aí eles pediram pra eu ficar de quatro. Eu fiquei de quatro, aí eles colocaram a mão dentro da minha saia e tiraram minha calcinha. Me deixaram toda vestidinha, mas sem calcinha, aí levantaram a sainha e começaram a beijar meu bumbum. De repente eu senti uma língua entrando no meu rego e lambendo meu cuzinho. Eu adorei. Depois senti a outra língua enquanto a primeira lambia minhas nádegas. Eu estava quase indo às nuvens quando o Paulo falou: \”Bruninha, isso vai doer um pouco, mas agüenta tá bom?\” Eu olhei pra trás e vi ele arriando a cueca. Ele chegou atrás de mim e encostou na minha bunda. Então em vez de só encaixar no rego, ele começou a forçar no meu cuzinho. Eu comecei a gemer alto, mas o Pedro veio pra perto de mim e me beijou e fez carinho em mim. Então o Paulo foi metendo toda a pica dele, até o fim. Quando eles viram que eu me acostumei, Pedro botou o pau dele na minha boca e Paulo começou a socar o pau em mim. Quando meu cuzinho acostumou eu comecei a achar delicioso e então eu chupei o pau de Pedro apaixonadamente. Depois de bastante tempo, eles trocaram de posição e eu passei a chupar o Paulo e dar o cuzinho pro Pedro. Eles ficaram nessa posição até o final, e eu já estava bem acostumado e quase não sentia mais dor (só doeu quando eles trocaram as posições) até que Pedro gozou no meu cuzinho e um pouco depois Paulo gozou na minha boca. Enquanto o Paulo não gozava e o Pedro já tinha gozado, ele bateu uma punhetinha pra mim e eu gozei bem rápido porque dando o cú fica mais fácil de gozar. Eu fiquei muito feliz porque ele se lembrou de me dar prazer também. Quando a gente acabou, eles me ajudaram a lavar meu cuzinho, e depois eu vesti a calcinha de novo e fiquei o dia inteiro abraçada com eles e no colo deles. Isso se repetiu mais algumas vezes, eu sempre vestidinha de colegial e eles me comeram em várias posições: de quatro, frango assado, cavalgando de frente, cavalgando de costas, de ladinho e eu acabei virando a \”namoradinha\” deles. Um beijo pra vocês, espero que tenham gostado.
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Fui comida por dois homens e experimentei uma xani

Há dois anos fui passar o feriado de carnaval em um sítio com uns amigos, foi inusitado e aconteceu muito mais do que eu imaginava. Era feriado, sítio eu solteira, bem pensei em me divertir um pouco nada além do normal que todo mundo busca no carnaval. Mas foi um carnaval muito mais divertido do eu imaginava..
Estávamos num total de mais ou menos umas 20 pessoas entre homens e mulheres, comida, bebida e muita música, pessoal bem animado, a maioria solteiro, ai vocês já podem imaginar, foram 5 dias em um sitio isolado com muita diversão.
No primeiro dia tava todo mundo mais tranqüilo, ainda não havia chegado todos os convidados, mas no segundo… chegou um cara, vou chamá-lo de Lucas, um moreno maravilhoso e cheio de energia, veio acompanhado de mais dois amigos, Bruno e Gustavo que também não ficam atrás.
Estávamos todos nos divertindo na piscina isso era por volta de umas duas da tarde quando de repente senti aquela presença exuberante atrás de mim, era o Lucas, me abraçou e disse q eu tava muito linda e me puxou com a desculpa de nadar com ele, mas no momento do abraço percebi que ele estava excitado, isso mesmo de pau duro ali dentro da piscina no meio de todo mundo, ele mergulhou e parou do outro lado da piscina, mais afastado, eu mergulhei em seguida e quando me ergui da água estava em sua frente, me levantei lentamente, ele então disse. – Te quero, agora, ta me deixando louco. Eu lhe dei um selinho e disse, vai fazer amor comigo aqui dentro da piscina e na frente de todo mudo? E dei uma risadinha. – E por que não? Me puxou pra junto dele e me deu um beijo de tirar o fôlego, enquanto me beijava levou suas mãos ate minha bunda e me ergueu ate sua cintura, fiquei sentindo aquele pau duro contra o meu corpo, e fiquei muito excitada, desci minha mão e peguei aquele pau por cima da sunga mesmo, nossa só de sentir fiquei imaginando ele dentro de mim.
Eu cheguei junto do seu ouvido e disse a ele, me segue!! Sai da piscina e fui em direção a sauna, um segundo depois Lucas estava lá, eu estava sentada e ele veio como um louco pra cima de mim. – Nosso tava querendo isso já faz muito tempo, você me deixa louca sabia. Então eu disse a ele que viesse ter o que tanto deseja, ele de cara arrancou a parte de cima do meu biquíni e caiu de boca nos meus seios enquanto uma de suas mãos auxiliava a outra já estava dentro do meu biquíni no meio das minhas pernas, querendo entrar com dedos bem ágeis. Ele questionou se eu não tinha medo de que alguém entrasse e nos pegasse ali, eu disse que isso só tornava tudo mais excitante. Ai ele ficou ainda mais louco, mãos e boca se perdendo pelo meu corpo, ele me pegou de jeito e me sentou em seu colo virada para ele, me beijava, apertava minha bunda, sugava os meus seios.. e então me disse que queria saber qual era o meu gosto, então eu levei meus dedinhos até minha fenda encharcada tirei e passe na boca dele, ai ele não resistiu mais, se levantou comigo junto, me fez ajoelhar e depois ficar de quatro foi arrancando a minha calcinha e veio com aquela boca carnuda sedenta em conhecer o meu gosto, nossa como chupa bem, esfregava a boca em mim, subindo e descendo, metia a língua fundo e a movimentava dentro de mim, não parava, vinha com a boca do finzinho das minhas costas até chegar na minha bucetinha, no meu grelinho duro de tesão, e eu gemendo e me contorcendo de prazer, empurrava meu corpo contra a boca dele para que ele não parasse, então ele disse que ia me fazer gozar, então começou a meter seus dedos em mim enquanto sua boca trabalhava loucamente e não demorou muito e eu gozei em sua boca, foi maravilhoso.
Assim que recuperei o meu fôlego, o que não foi fácil, pois estávamos dentro de uma sauna, pedi a ele que me deixasse retribuir e ele é claro adorou a idéia, foi logo tirando a sunga, se posicionou na beira de um dos degraus da sauna e eu em um mais baixo, posição perfeita, então comecei a chupar deliciosamente e ofegante aquele pau, que por sinal era bem grande, Lucas me pegou pelos cabelos me forçando a chupar com mais vigor, e eu o fiz, suguei com vontade até ele se acalmar, depois fui passando a língua mais lentamente, da base ate a ponta, me demorando mais na ponta fazendo ele gemer de prazer, então eu me ajoelhei e coloquei seu pau no meio dos meus seios e ele ficou maravilhado com aquilo, fiz uma bela espanhola nele enquanto ele falava muita sacanagem e eu me masturbava. E então comecei a ficar mais ofegante ainda e disse que queria aquele pau dentro de mim, e ele não se fez de rogado, me deitou ali mesmo e veio com força e vigor, meteu gostoso na minha bucetinha, eu gemi alto e pedia mais… mais.. queria ele dentro de mim, e ele foi ficando com mais tesão ainda e metia com furor.. bem gostoso.. eu tava amando aquilo, o tesão, o calor e o vapor da sauna, eu estava maravilhada, então ele diminuiu um pouco o ritmo e disse que queria me comer de quatro, eu disse que ira adorar, mas primeiro fiz ele se sentar e de frente pra ele sentei sobre seu delicioso membro e rebolei como nunca, ele gemia auto e me mordia para evitar que seus gemidos fossem ouvidos por alguém, depois de rebolar bastante sobre ele e rasgar suas costas com minhas unhas, eu cheguei no seu ouvido e disse que só ficaria de quatro se ele prometesse que ia gozar no rabinho, nossa.. ele vibrou com o que eu disse, sai de cima dele e ele me colocou de quatro primeiro meteu gostoso na minha xoxotinha, enquanto seus dedos brincavam no meu cuzinho, entra um depois dois, entra e sai.. ai então ele veio com sua boca novamente disse que queria facilitar a entrada de seu pau no meu cuzinho, e chupou bem gostoso, enfiava a pontinha se sua língua nele, o que me arrancava gritinhos de prazer, que boca deliciosa, depois de me da um bom banho de língua, meteu mais uma vez na minha bucetinha para lubrificar o seu pau com o meu melzinho, encaixou seu pau no meu buraquinho aquilo já me deixou louca, foi empurrando bem devagar, e eu gemendo, no começo doeu um pouco, mas depois que entrou a metade fui relaxando, ate que ele socou tudo de um vez e me fez gritar, ele esperou um pouco enquanto me chamava de safada e dizia que eu tinha um rabinho muito apertado e que ela tava adorando sentir eu apertando o pau dele dentro de mim, ele então começou um entra e sai delicioso eu tava amando receber aquele pau grande dentro de mim, enquanto ele metia eu massageava meu grelinho deliciosamente, e ele foi metendo bem gostoso, nossas respirações foram ficando ofegantes junto a todo aquele vapor, foi uma sensação maravilhosa, então senti aquela porra quente dentro de mim, e não me contive, soltei um gemido alto e gostoso e gozei em seguida, minhas pernas não se agüentaram de pé fui escorregando com Lucas por cima e dentro de mim, ficamos ali um tempo, até que ouvimos um barulho na porta, Lucas se assustou, se levantou vestiu sua sunga e me chamou pra sair eu disse que ia ficar mais um pouco, ele concordou me deu um beijo e saiu, trombou com Mery na porta, meio desconsertada.
Mery entrou na sauna e me pegou lá, nua e aproveitando o restante do meu gozo, então ele disse que havia presenciado boa parte do que eu tinha feito, chegou bem perto de do meu ouvido e disse que tinha se masturbado enquanto eu tinha sido comida pelo Lucas, o inusitado foi quando ela disse que tinha ficado com tesão por minha causa e não por ele. E perguntou se eu não deixaria ela me chupar pelo menos um pouquinho. Me levantei rapidamente e disse que respeitava o desejo dela mas essa não era a minha praia, coloquei o meu biquíni e sai. Mas por nenhum momento deixei de pensar naquilo, e confesso que fiquei um pouco curiosa…
A noite foi procurar por Lucas queria repetir a dose, mas ele tinha bebido um pouco de mais e estava dormindo, Bruno então perguntou se ele não podia me ajudar no lugar do Lucas, e disse que também gostava de sauna. Claro que o Lucas já tinha contado tudo para ele né..
Já era bem tarde, a maioria das pessoas tinham ido dormi, resolvi ir pra piscina, estava lá sozinha, mergulhei e quando cheguei do outro lado me deparei com a Mery, podia sentir o desejo dela por mim de longe, e como tava louca de desejo, convidei ela pra entrar na água, ela pulou imediatamente, pegou na minha cintura e veio pra me dar um beijo, eu recusei, e disse que não, ela concordou e foi tirando o meu biquíni, fiquei nua ali mesmo ela começou a chupar meus seios deliciosamente, parecia saber o que tava fazendo, ainda dentro d’água meteu sua delicada mãozinha na minha xaninha, fui ficando excitando, meu Deus eu tava excita por e com uma mulher, mas tava tão envolvida que deixei rolar, ela me levou pra beira da piscina, me ajudou a sentar do lado de fora me deitou, eu fiquei ali exposta à brisa da noite, mas ela ainda dentro da piscina começou a passar sua língua pela minha bucetinha eu fui adorando aquilo, fui abrindo as pernas ela então saiu da piscina e ai sim fez um trabalho maravilhoso, me fez gozar duas vezes com sua boquinha gulosa, nisso fomos surpreendidas pelo Bruno que chegou dizendo que não queria desculpas e que também ia participar da brincadeira, eu como tava louca por um pau chamei ele pra junto de mim e tirei seu pau pra fora e comecei a chupar enquanto a Mery ainda me chupava, nossa adorei isso, o Bruno já tava de pau duro de nos observar, entramos os três na piscina e começamos a brincar com ele eu na frente e a Mery por trás, mãos e bocas se perdendo nomeio daquela água, ele me suspendeu e me escachou naquele pau delicioso e junto com o movimento da água foi uma sensação maravilhosa, Bruno então disse que tinha uma fantasia que a gente ia ajudar a satisfazer ele nos levou ate a parte mais rasa da piscina e nos colocou de bruços na beirada e começou a alternar, ora metia em mim ora na Mery, foi divertido e muito prazeroso, até que não agüentava mais, então perguntei a ele se não queria gozar no meu cuzinho, ele se animou ainda mais, enquanto metia na minha bucetinha Mery foi abrindo espaço no meu cuzinho pra receber aquela pica deliciosa, e logo depois ele meteu gostoso, entrou com dificuldade mas com muito prazer, nisso Mery se posicionou na minha frente e emplorou pra que eu a chupasse, fiquei meio sem jeito, nunca tinha feito isso, e amo um pau grosso e duro, não troco por nada, mas resolvi experimentar, e ela tava louca de desejo, foi uma sensação estranha e ao mesmo tempo prazerosa, enquanto o Bruno me enrabava maravilhosamente eu tava ali com a boca na bucetinha da Mery, ela tava de um tal jeito que rapidamente gozou, eu estranhei aquilo e me afastei, ela caiu pra trás esfregando o próprio gozo, Bruno entusiasmado com o que tinha visto jorrou seu leitinho dentro de mim, e como gozou, me senti preenchida, e eu não gozei e pedi a ele que me ajudasse com isso, ele veio meio ofegante e caiu de boca na minha xoxotinha, não demorou muito e eu gozei bem gostoso, ficamos os três ali, caídos, nus e realizados.
No dia seguinte acordei tarde tava cansada do dia anterior, fiquei tranqüila, tomado sol, só relaxando durante o restante do dia, e a noite tava descansada, mas depois de tudo que já tinha acontecido fiquei na minha, as pessoas foram procurando o que fazer, umas dormindo outras nem tanto, e eu fiquei na piscina até bem tarde, e então resolvi convidar o Lucas pra tomar um banho quente comigo, fui até a sala de jogos onde ele e o Bruno estavam jogando sinuca, cheguei no seu ouvido e fiz o convite, ele me deu um beijo bem gostoso me levantou e me sentou na mesa de sinuca, nisso o Bruno disse que era melhor sair, que não queria atrapalhar, ai eu disse que tinha certeza que o Lucas já sabia de tudo da noite passada, e ele confirmou, então pedi a eles que realizasse a minha fantasia então, que era a de ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo, eles se olharam e concordaram desde que não tocassem um no outro, eu disse que pra mim tava ótimo, queria que ambos tocassem em mim.. e foi perfeito, o Lucas voltou a me beijar enquanto o Bruno subiu sobre a mesa de sinuca e veio por traz de mim, foi tirando o meu biquíni e amassando os meus seios, depois de um tempo eu já estava perdida no meio dos dois, não sabia de quem eram as mãos ou a bocas que me pegavam e chupavam, estava completamente nua, tendo os seios sugados, a xaninha invadida por dedos curiosos, a boca beijada, uma barba por fazer sendo esfregada no meu pescoço, boca na minha xaninha… nossa… gozei de uma jeito único.. estava em estase, Lucas me virou e meteu com força na minha bucetinha enquanto Bruno me fez chupar e punhetar seu pau, como isso tava bom, ficamos assim por um tempo até que Lucas disse que era agora q eu iria ter dois paus dentro de mim.
Me colocaram em um banco de concreto mais baixo brincaram com meus buraquinhos e deixaram o meu rabinho pronto pra receber o pau do Bruno, lambuzei bem o seu lindo membro com minha saliva pra facilitar a entrada, o Bruno se sentou no banco enquanto Lucas me segurava e me ajudava a sentar cuidadosamente sobre aquela pica, depois de bem encaixada Lucas veio e meteu bem gostoso na minha bucetinha, com certa dificuldade, pois tava mas apertada do que de costume por conta do pau do Bruno que preenchia o meu cuzinho, depois que tudo se acertou, foi um entra e sai um aperto, um tesão tão grande eu gemia tão alto que o Lucas me beijava para que ninguém nos ouvisse, ficamos ali grudados por um bom tempo, eu gozei algumas vezes e me senti realizada, até que Bruno encheu o meu rabinho com seu leitinho quente, então nos separamos, e Lucas ainda não havia gozado, então ele disse que queria gozar na minha boca, puxei ele pra junto de mim, mesmo estando exausta, e abocanhei aquele mastro e comecei a chupar, e Bruno ainda aproveitando a sensação do seu gozo me elogiava dizendo que eu chupava como ninguém, que minha boca era deliciosa, Lucas me pegou pelos cabelos e acelerou o boquete, quase engasguei com tamanho pau dentro da minha boquinha, ele então anunciou que ia gozar e o fez, e como gozou, não consegui engoli tudo, acabou vazando um pouco sobre os meus seios, ele se sentou e aproveitou o seu gozo eu cai por cima do bruno de tão exausta que eu estava, ficamos ali por um tempo até recuperamos o fôlego, depois cada um tomo o seu banho e fomos dormi.
E só pra deixarem vocês bem excitados e curiosos, no ultimo dia passei no quarto dos meninos dizendo que tava indo tomar um banho se não tinha alguém que gostaria de me acompanhar, eles rapidamente alcançaram cada um a sua toalha, foi o melhor banho da minha vida… E definitivamente um belo pau, grande, grosso, e duro como ferro é a melhor coisa do mundo!!!!!!!

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PERDI O MEU CABAÇO NO CU COM UM CAVALO

CHAMO-ME PAULO, TENHO 22 ANOS E SEMPRE ADOREI SER ENRABADO, MAS NUNCA TINHA TIDO CORAGEM
DEVIDO A TER MEDO DE SER DESCOBERTO. SEMPRE QUE PODIA VESTIA AS CALCINHAS DA MINHA IRMÃ E IA PARA
A ESCOLA. UMA VEZ DEPILEI O MEU CU TODO E VESTI CINTO DE LIGAS E MEIAS SEM CALCINHAS E FUI MONTAR A CAVALO
PARA A QUINTA DO MEU PAI. AO SAIR A CAVALO REPAREI QUE O MEU CAVALO ESTAVA EXCITADO DEVIDO A UMAS EGUAS QUE ESTAVAM
POR PERTO, DEIXANDO SEU PAU DE FORA E FICANDO MUITO BRAVO. AO SENTIR AQUILO SAI DE CIMA DELE E FUI CAMINHANDO A PÉ PARA
VER SE O ACALMAVA. PASSADO UM POUCO VI QUE EKE CONTINUAVA IGUAL, COM UM PAU ENORME, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE LHE TOCAR
PARA O ACALMAR, MAS FOI PIOR POIS AINDA SE EXCITOU MAIS. FOI QUANDO ME VEIO UMA IDEIA Á CABEÇA, METE-LO NA BOCA, AO TENTAR METER
A CABEÇA ENORME VI QUE SABIA MAL, ENTÃO DESPI AS CALÇAS E METI ENTRE AS PERNAS PARA O FAZER GOZAR. E COMESEI A METER O LIQUIDO QUE
ELE DEITAVA DO PAU NO MEU CU DEIXANDO-O BEM MOLHASO. FOI QUANDO NUM EXTINTO ENCOSTEI AQULA CABEÇA ENORME NO MEU CU PENSANDO QUE NÃO
PODIA ENTRAR SEVIDO AO SEU TAMANHO. SENTI TANTO PRAZER QUE ESTAVA QUASE GOZANDO E, ENPINEI MAIS A BUNDA, METENDO BEM NA ENTRADA DO CU,
FOI QUANDO AO MESMO TEMPO O CAVALO ME DÁ UMA ESTOCADA FORTE QUASE METENDO A CABEÇA PROVOCANDO-ME UMA DOR TÃO FORTE QUE IMEDIATAMENTE
TENTEI DESISTIR, MAS AO OLHAR PARA FRENTE ESTAVAM OS MEUS DOIS TIOS ME DIZENDO QUE NÃO PODIA DEIXAR O CAVALO ASSIM E ME AGARRARAM
METENDO-ME DE NOVO DEBAIXO DO CAVALO COM O PAU APONTADO AO MEU CU.. AO SENTIR AQUILO O CAVALO DA-ME OUTRA ESTOCADA LEVANDO-ME A TENTAR FUGIR
MAS NÃO FOI POSSIVEL POIS OS MEUS ME AGARRARAM COM FORÇA DEIXANDO-ME INDEFESO. QUANDO O CAVALO TORNOU A IR PARA A FRENTE, SENTI A MAIOR DOR DA
MINHA VIDA E COMECEI A CHORAR. MAS OS MEUS TIOS ME ABRIRAM O CU AINDA MAIS E ME ENPINARAM MAIS O CU PARA ENTRAR MELHOR. FOIQUANDOSENTI SER
COMPLETAMENTE RASGADO, OUVINDO O MEU TIO DIZER QUE JÁ TINHA ENTRADO A CABEÇA E QUE A PARTIR DE AGORA JÁ NÃO DOIA TANTO. PASSADO UM POUCO
SENTI QUE JÁ A DOR ESTAVA- ME EXCITANDO E SENTI ENTÃO ENTRAR UM BOCASO TÃO GRANDE QUE ME TOCOU NA BARRIGA FAZENDO COMQUE EU SAI-SE COMPLETAMENTE
OS MEUS TIOS ENTÃO ME TORNARAM A ENCOSTAR AQUELE PAU AO MEU CU , ENTRANDO QUASE METADE DE UMA VEZ DEIXANDO O CAVALO GOZAR DENTRO DE MIM

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15 aninhos, primeira vez com outro homem(dentro de mim)

Tenho 17 anos. O que conto agora ocorreu há dois anos, ou seja, eu tinha 15 anos. Na época: 1,70m, 60kg, cabelos castanhos lisos, poucos pêlos, branco, uma bunda pequena, mas empinadinha, rosto angelical. Havia, até então, apenas tido experiências com mulheres, sexo, só com uma.
Hoje, não mudei muito, estou um pouco mais alto e um pouco mais encorpado.
Costumava, há um tempo, me masturbar com um amigo do prédio, assistíamos filmes pornográficos, víamos revistas de mulheres peladas, mas cada um na sua, era algo hetero, desde que havíamos descoberto a masturbação. Esse meu amigo, chamado André, era um pouco mais velho, uma diferença por volta de 1 ano. Ele era mais alto, mais forte, tinha um pau bonito, grande e grosso. Nos últimos tempos, começava a perceber que sentia algo diferente quando via o pau de André duro na minha frente. Me parecia mais interessante que as revistas ou filmes, desejava tocar nele e fazer outras coisas com ele. Em casa, quando me masturbava, pensava no André, me excitava muito e gozava rápido. Quando nos encontrávamos, já sentia dificuldade de esconder minha atração por ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Planejava agir, mas quando estava frente a frente com aquele pauzão, não conseguia fazer nada.
Um dia, eu estava muito excitado, em casa, quando o André me ligou me convidando para assistir um filme pornô novo que ele havia comprado, muita putaria e blá, blá, blá. Fui determinado, era a hora de agir, matar aquela vontade que me perseguia. André ligou o filme, tirou o pau duro das calças. Ao ver a cena, já me excitei bastante. Tomei coragem e perguntei se podia tocar no pau dele. Ele, meio assustado, respondeu que achava que não tinha problema algum. Peguei meio sem jeito, acariciei um pouco. Comecei, então, a masturba-lo. Ele, ofegante, ainda meio assustado, pedia para eu não parar porque estava bom. Fui com a boca até o pênis dele e dei uma lambidela na cabeça. Lambi seu pau todo, até o talo, enquanto, com a mão acariciava entre suas coxas e seu saco. Abocanhei, então, seu pau todo. Ele parecia não acreditar, mas assim como eu, estava nas nuvens. Eu parecia sonhar, finalmente podia sentir aquele pau. Comecei a chupar com vontade, olhava bem nos olhos de André, ele se contorcia, até que inundou minha boca com sua porra. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, achei muito bom, engoli o máximo que pude, mas ainda vazou um pouco pelo canto a boca, ele gozava em grande quantidade, vários jatos. Eu não havia gozado, mas me sentia muito bem. Quando ele terminou de gozar, o clima ficou meio chato, ele não acreditava que havia deixado aquilo ocorrer e achava melhor nunca mais repetirmos. Fingi concordar e pedi pra ele se acalmar, dizendo que se ele não quisesse, não ia se repetir. Ele deitou, eu deitei do lado, um pouco afastado esperando que as coisas melhorassem. Ele ligou o som, ficamos calados por um tempo, sérios. Eu ainda estava excitado, tinha vontade de terminar o que havíamos começado. Me aproximei e perguntei no ouvido dele se ele ia perder a chance de experimentar meu cuzinho. No momento, vi o volume subindo em sua calça, ele me olhou com uma cara meio indecisa. Pensou. Repentinamente, me puxou e me deu um beijo. Adorei, nunca havia beijado outro homem. Nos abraçávamos, nos beijávamos, ele me dava beijinhos no pescoço. Tirei a camiseta dele, ele tirou a minha. Levei a minha mão ao pau dele, coloquei pra fora da calça, abaixei a calça dele. Enquanto nos beijávamos, eu masturbava ele. Foi quando ele falou no meu ouvido pra eu ficar de quatro porque ele queria entrar em mim e que naquele dia eu seria só dele. Me posicionei como ele pediu. Ele tirou minhas calças, me deixou peladinho. Empinei a bundinha. Ele passou saliva nos dedos e passou no meu cuzinho, ficou penetrando o dedo no meu anelzinho, um, depois dois. Eu estava adorando, dava gemidinhos e rebolava nos dedos dele. Ele veio ao meu ouvidinho e disse que achava que eu já estava preparado. Foi quando senti sua cabeça encostando na portinha. Ele começou a forçar, eu empinei a bunda pra trás. Pedi para ele penetrar. Começou a entrar, doía um pouco, mas eu resistia e queria mais. Ele foi enfiando aos poucos, eu gemia e pedia para que não parasse. Depois de um bom tempo, envolvido pela dor e pelo prazer de finalmente sentir aquele pau me penetrando, André veio ao meu ouvido disse que já estava todinho dentro de mim. Olhei pra trás e não acreditei. Realmente, havia entrado até o talo. Pedi, então, para que fudesse meu cuzinho, bem gostoso. Ele começou a movimentar-se dentro de mim, a princípio, lentamente. Já não sentia tanta dor. Rebolava em seu pau e gemia, pedindo que não parasse. Começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas. Fui às nuvens. Gemia muito alto, rebolava muito e queria aproveitar ao máximo aquela pica dentro de mim. Ele pedia para que eu gemesse mais. “Não era isso que você queria? Então tome! Geme gostoso. Sua bundinha é deliciosa”. “Vai, André, não pare, vai, assim…isso…vai…”. Então, ele avisou que ia gozar. Eu pedi para que enchesse meu cu com sua porra. Em meio estocadas rápidas e meus altos gemidos: “Ahhhh…”. André inundou meu cuzinho com sua porra, eu, rebolando, ao sentir sua porra adentrando meu ânus gozei junto, muito. Caímos os dois, deitados, apoiei minha cabeça em seu peito e ele me envolveu com seu braços. Ele me elogiou, falando ao meu ouvido, disse que minha atuação havia sido muito boa e que não imaginava que meu cuzinho era tão bom. Eu agradeci e disse que parecia estar em um sonho. Ele disse que a partir de então eu seria a putinha dele. Eu adorei a idéia e aprovei com um sorrisinho. Foi o que realmente aconteceu, mas deixemos outras histórias para contos futuros.
Espero que tenham gostado e que votem nesse conto, me incentivando a escrever mais.

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Flagrei meu filho dando o cu

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: “Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai…” E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: “Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra…”. Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: “Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado…” Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: “Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu: “É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido”. Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.

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*** ESTUPRADO NA ESCOLA

*** ESTUPRADO NA ESCOLA

A mais de 3 anos que leio os contos deste site e finalmente resolvi relatar uma experiência que me aconteceu. Esse conto é o primeiro, de uma série de muitos que irei escrever a partir de hoje. Ele ficou um pouco longo mas, peço a quem estiver lendo que tenha um pouco de paciência pois esse é o primeiro, eu estou me apresentando, mostrando o meu perfil e como sou. A partir do 2º as histórias serão menores. É importante que você leia até o final. Os meus contos sempre vão ter esses 3 asterísticos (***) antecedendo ao título para facilitar a identificação dos contos que eu irei escrever. Em breve, quando tiver muitos, reunirei todos os meus contos em um site e convidarei vocês. Quero ressaltar que todos eles serão absolutamente verídicos pois não gosto de ficar imaginando coisas.
Bem, vamos ao que interessa. Sou viado mas, não curto ficar com viados. Gosto de ficar com homens mas, homens mesmo, daqueles que só gostam de mulheres, sejam sarados, tenham uma boa aparência e seja de boa índole. Não sou afeminado e aliás ninguém percebe que sou viado conversando comigo, só se eu falar e isso me ajuda a ficar com carinhas pois assim posso fazer amizade com eles mais facilmente, tanto que sou muito conhecido onde moro por ser um bom jogador de futebol e sem contar o número de cantadas que levo de viados. Já fiquei com alguns viados mas, foram poucos e eu, com eles, só meto e não deixo eles perceberem que sou viado. Quero frizar que não sou bi, não gosto de mulheres e nunca fiquei com nenhuma. Vou relatar uma das experiências que tive. Tenho muitas amizades, converso com muitos homens, a maioria não sabe que sou viado e vocês sabem como são os jovens hoje em dia, fazem tudo por dinheiro. Eu não faço isso com qualquer um, já houve muitos casos de homens que deram idéia em mim e eu não quis por não me agradarem mas, claro que eu não falo isso com eles para eles não ficarem com raiva pois não gosto de desrespeitar ninguém. Me chamo Rodrigo, tenho 21 anos, moro em Belo Horizonte e vou lhes contar agora o que me aconteceu quando eu estava na escola. Estava no 4º horário e resolvi ir ao banheiro mijar e fui usar o mictório. Chegando lá estava o Felipe, 17 anos, estava mijando também. Sempre fui doido para “dar idéia nele” mas, a aparecia uma oportunidade. Ele é muito bonito, faz até hoje muito sucesso como as meninas, eu conhecia pelo menos umas duas que eram completamente apaixonadas por ele. Ele estava mijando e eu disfarçadamente ficava olhando para sua rola que, aliás, estava mole e já era grande mesmo assim. Não deixei ele perceber. Quando ele acabou ele olhou pra mim e disse:
Ele: “Ô Rodrigo, me ajuda a procurar minha carteira que eu perdi lá no Ginásio, eu fui lá mas, não achei”;
Eu: “Claro, vamos lá”;
O ginásio naquela hora não tinha aulas de Educação Física e depois de procurar bastante nos fomos procurar no vestiário. Chegando lá eu entrei primeiro e logo que ele entrou ele fechou a porta e trancou e eu perguntei:
Eu: “Porque você trancou a porta?”
Ele: “Você já vai saber, chega aqui.”
Nisso ele me puxou pelo braço e me levou na salinha onde se guardam as mochilas que fica lá dentro do vestiário mesmo.
Ele: “Senta aí na cadeira e não faça mais perguntas.”
Nesse momento ele abriu a parte da frente do short e colocou a rola pra fora. Estava duríssima, era muito grande e grossa.
Ele: “Você pensa que eu não sei que você pagou um boquete pro Léo? Agora você vai ver. Abre a boca”
Ele se aproximou mais e enfiou a metade do seu pau na minha boca. Era um cheiro de rola mesmo, daquelas perfeitas, com uma cabeça bem grande.
Ele: “Isso sua bichinha, chupa direito!”
Fiquei ali uns 10 minutos chupando aquela pica e aí ele falou.
Ele: “Fica de bruços ali na mesa”.
Eu: “Pra que?”
Ele: “Vou te comer, vou arregaçar esse cuzinho seu.”
Eu: “Ô Felipe, por favor, deixa pra depois, eu não vou agüentar seu pau”.
Ele: “Você deu pro Léo, para de chorar”
Eu: “Não, eu só chupei a pau dele e o dele eram pequeno, não era do tamanho do seu.”
Ele: “Não interessa, cala sua boca, deita aí, fica calado que eu já to ficando nervoso.”
Ele abaixou minha bermuda e colocou a camisinha no pau e em seguida passou muita saliva no seu pau e falou:
Ele: “Passa cuspi no seu cu!”
Ele encostou o pau no meu cu e enfiou a cabeça, e eu gritei de dor e disse:
Eu: “Por favor Felipe, tira aí ta doendo!”
Ele: “Cala sua boca, não ta doendo não é em mim, você vai agora tomar uma pistola de verdade.”
Nisso ele começou a enfiar o resto e mesmo eu gritando, “ai, ai, ai”; “tira por favor”, ele não tirou e ficou uns vinte minutos dando pistolada em mim. Depois de satisfeito e antes de gozar ele tirou o pau da minha bunda, tirou a camisinha e manou chupar de novo. Não demorou mundo e ele segurou minha boca com uma das mãos pressionando meu maxilar para que a minha boca se abrisse um pouco, segurou minha cabeça, apontou a cabeça do seu pau na direção dos meus lábios e começou a gozar. A pontaria dele era certeira, foram umas 7 golfadas de porra dentro da minha boca, alguma direto dentro da minha garganta e outras em cima da minha língua e no céu da boca. Eu nunca tinha visto tanta porra na minha vida e depois que ele começou a apertar seu pau para sair as últimas gotinhas de porra como todos os homens fazem ele disse:
Ele: “Agora engole tudo, sua bicha, bebe o leitinho do seu macho e se cupir você vai levar um soco na boca”.
Ele não sabia que eu estava gostando da porra e bebi. Nunca tinha chupando tanta porra e tão gostosa. Ele então guardou seu pau na cueca e me disse espraguejando:
Ele: “Agora some daqui, dá no pé”.
Depois desse dia eu continuei conversando com ele como se nada tivesse acontecido e também não gosto de chamar os carinhas que já ficaram comigo pois espero eles me chamarem, quando estão na seca ou precisam de algum dinheiro. É até por isso que muitos confiam em mim pois eu não fico na cola de nenhum.
Essa foi a primeira, de muitas história que irei contar pra vocês, colorei em alguns sites. Abaixo está o meu email. Quem quiser pode me escrever, gosto de trocar idéias e fazer amizades. Até mais. ————————————————————————————————

Dando pros amigos aos 15 anos

Vou contar uma coisa que aconteceu comigo há algum tempo…Me chamo Bruno e tinha 15 anos quando isso aconteceu, me descrevo tento 1.80 de altura, 65kg. corpo um pouco malhado e nada afeminado e nem gosto de afeminados… Pois bem, era uma tarde de verão, fazia um calorão, meus pais tinham viajado pra praia e me deixaram de caseiro, para minha sorte tinha piscina em casa… Dois amigos meus, um de 15 anos que se chamava Alessandro e outro de 14 anos que se chamava Luiz, apareceram naquela tarde de domingo para tomar um banho de piscina lá em casa, tudo bem e tal, colocaram suas sungas, inclusive eu, e caímos na piscina, eram umas 4:30 da tarde, ficamos um bom tempo na piscina, saímos eram quase 7 horas da noite, fomos tomar banho, um de cada vez, todo de banhos tomados, era umas 8 quando todos acabaram de tomar banho, fomos preparar um lanche, e durante isso conversamos, e eles me perguntaram se não podiam posar ali em casa hoje, para assistir de madrugada uns filmes pornôs que tinham alugado, eu como gosto de filmes pornôs, aceitei na hora, preparado os lanches, fomos comer na sala vendo tv até as 11 da noite, peguei e vídeo do meu quarto e coloquei na sala, arrumado, eles pegaram uma das fitas que alugaram e colocaram, era uma fita em que continha apenas sexo anal e oral, nada de vaginal, tiraram seus paus pra fora e começaram a socar uma, eu como sou tímido, peguei um lençol e me cubri até a cintura, e comecei a socar uma, depois de tanto ver sexo anal, comecei a ficar curioso para saber como seria um macho caralhudo metendo no meu cuzinho… Com isso, pensei logo nos meus amigos, e pensei em um jeito de poder dar pra eles, pensei, até que tive uma idéia de uma aposta e falei “O que vocês acham de fazermos uma aposta?” eles logo responderam “Qual ?” falei assim “Vamos medir nossos paus e ver qual o maior!” eles concordaram e perguntaram “Mas quem ganhar a aposta, ganha o que?” demorei a pensar pra disfarçar e falei “Quem ficar em último vai ser a putinha da noite, o que vocês acham?” eles pensaram e aceitaram… Peguei uma trena, aquelas de costureira que dava pra medir certinho… Alessandro foi o primeiro, mediu e deu exatos 17,5cm, Luiz mediu e deu exatos 19,3cm, era mulato e por isso explica-se o tamanho da jeba, eu fui o ultimo, e medi, deu exatos 16,9cm… Eles bem safados já vieram cobrando a aposta, eu me fazendo um pouco, negando, aceitei… Eles com os paus pra fora e duros falaram, “Chupa, que tu vai ser nossa putinha essa noite!!!”, eu peguei e comecei a punhetar os 2, e cai de boca primeiro na jeba de Luiz, punhetando ainda o Alessandro, depois fui chupar um pouco o Alessandro e punhetar o Luiz… Alessandro falou “Fica de quatro que agora vou provar o cuzinho da nossa putinha!” Fiquei de quatro como pediu, mas antes pedi que ele fosse ao banheiro e pega-se um vidro de vaselina que tinha lá para lubrificar meu cuzinho que até hoje era virgem, continuei chupando o Luiz, quando Alessandro volto com a vaselina, pegou derramou no meu cuzinho e esfrego, enfiando um dedo primeiro, depois o segundo até que enfiou o terceiro dedo, depois de deixar meu cuzinho bem alargado pegou e lambuzou o pau com vaselina também, pegou e pois o pau na portinha do meu cuzinho e falou “Toma o que de mandaram”, e meteu tudo duma vez só, chorei de dor mas agüentei, e continuei chupando Luiz e sofrendo com Alessandro comendo meu cuzinho, depois de uns 5 minutos a dor virou tesão e Luiz pediu pra trocar de lugar com Alessandro, trocaram de lugar, e quando Luiz meteu aquela jeba no meu cu, doeu um pouco porque era bem mais grosso que a de Alessandro, comecei a chupar Alessandro, Luiz me arregaçava todo, meu cuzinho tava deflorado já e Luiz metia que nem louco, Alessandro anunciou que ia gozar, alguns segundos depois Luiz também anunciou, os dois gozaram juntinhos enchendo meu cuzinho e minha boca de porra, engoli toda porra que pude, mas era muita e um pouco escorreu pela minha boca, depois limpei o cacete todinho de Alessandro e em seguida limpei o do Luiz… Depois fomos tomar banho, dei mais uma chupada em cada um e depois fomos dormir exaustos… Bom por hoje é só, mas logo enviarei mais contos gostosos de se ler… Flws

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Foda aos 15 anos no Carnaval com um amigo

Venho atravez desse conto contar mais uma das minhas experiencias na adolecencia… Me chamo Bruno e tinha 15 anos quando isso aconteceu, me descrevo tento 1.80 de altura, 65kg. corpo um pouco malhado e nada afeminado e nem gosto de afeminados… Era noite de carnaval todo mundo pulando no meio do salão, eu la no meio, quando derepente eu sinto alguem se roçando em mim, se esgregando, eu meio bebado não dei bola, ai comecei a sentir uns cutucão na minha bunda, qundo olho para traz era Diego, um conhecido meu, eu notei que ele estava de pau duro, por causa dos cutucão, mas como eu estava achando bom, deixei, ele tava meio bebado, mas percebeu que eu estava gostando, começo a se esfregar mais, derepente ele falo no meu ouvido \”Vamos prum cantinho escondido, quero te mostra uma coisa… Me segue…\” ele foi indo e eu sacando as história já segui ele… Chegamo num lugar isolado do clube, só tava nós ali, ele pego abaixou as calça e falou \”Chupa!\” ele já de pau duro, que media uns 17, 18cm, me abaixei e comecei a mamar nakele pausao, suguei e chupei demais aquele pausao, lambia, chupava a cabeça, que era bem grande pelo visto, levando ele a loucura, chupei tanto que ele gozou na minha boca, que leite bom aquele, quentinho e doce, inguli tudinho, nao escapo uma gota… Me levantei tava indo embora, quando ele me segura pelo braço e diz \”Ainda não acabo… hehe\”, depois de fala isso, num movimento brusco, abaixo minhas calça, e me jogo no chão, me pondo de quatro depois, ficando eu la a merce dele, ele sem perder tempo cuspiu no meu cuzinho rosado, enfio um dedo e esfrego, enfio dois dedos esfrego mais até que enfio três dedos e esfrego mais 1 pouquinho, depois tiro os dedos e miro o pau, duro novamente na portinha do meu cuzinho, pra minha sorte ele foi carinhoso e foi pondo aos pouquinho, sentia como se algo me rasgava por dentro, porque o pau do Diego era bem grosso, quando ele enfio tudo senti um pequeno alivio, mas ai ele começo um vai e vem, começo devagar, começo a aumentar o ritimo cada vez mais, parecia que tinha um motorzinho, entraga e saia do meu cuzinho aquele pausao, as vezes tirava totalmente e num movimento só enfia tudo ligeiramente, ficou assim uns 20 minutos, eu sendo comido por aquele pausao, depois senti que eu iria gozar, ele percebendo isso, começo a ir mais rapido pra gozar junto comigo… Foi até que gozamos juntos, ao mesmo tempo, me senti preenchido de porra, aquele pausao pulsando e me enchendo de porra, enquanto eu gozava e lambuzava o chão todo, quando ele tirou o pau do meu cuzinho, senti um vaziu dentro de mim, depois disso peguei e limpei todinho o pau dele com minha lingua… Depois saimo e não nos vimos mais naquela noite… Muita coisa aconteceu naquele carnaval, e eu contarei em outro conto… Espero que tenham gostado desse… Tchau

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